Dor Crônica
Estudo liderado pela Duke e publicado na Nature associa a transferência de mitocôndrias da glia para neurônios à redução da dor neuropática em modelos experimentais
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Pesquisadores da Duke University relatam que o aumento da transferência de mitocôndrias saudáveis de células de suporte para neurônios sensoriais reduziu comportamentos de dor em modelos de camundongos com neuropatia periférica diabética e induzida por quimioterapia, uma abordagem que, segundo eles, pode tratar a causa raiz da dor nervosa em vez de apenas bloquear os sinais de dor.
Kerry Katona compartilhou detalhes de seus recentes desafios de saúde, incluindo momentos em que seu corpo parou completamente devido a dores crônicas.
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Pesquisadores da Universidade do Colorado em Boulder localizaram uma região do cérebro chamada córtex insular granular caudal, ou CGIC, que atua como um interruptor que transforma dor aguda em dor crônica. Em estudos com animais, desativar esse circuito impediu o desenvolvimento da dor crônica ou a reverteu após sua instalação. As descobertas, publicadas no Journal of Neuroscience, abrem caminho para novos tratamentos além dos opioides.
Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia identificaram um grupo de neurônios do tronco encefálico que podem suprimir sinais de dor crônica quando surgem necessidades de sobrevivência como fome ou medo. Esses neurônios receptores Y1 no núcleo parabraquial lateral atuam como um quadro de comutação neural, priorizando demandas biológicas urgentes sobre desconforto persistente. A descoberta, publicada na Nature, oferece potenciais novas vias para tratamentos de dor.