Cosmologia

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Uma nova análise da Queen Mary University of London propõe que as constantes físicas do universo ocupam uma faixa estreita que permite que líquidos fluam adequadamente dentro das células vivas.

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Uma nova análise de dados de ondas gravitacionais indica que os buracos negros mais pesados do universo surgem de múltiplas colisões dentro de aglomerados estelares densos, em vez de colapsos estelares únicos.

Astrônomos descobriram que a Via Láctea reside dentro de uma vasta folha plana de matéria dominada por matéria escura, cercada por enormes vazios cósmicos. Essa estrutura explica por que a maioria das galáxias próximas está se afastando do nosso Grupo Local em vez de ser atraída pela gravidade. A descoberta, baseada em simulações avançadas, resolve um enigma de longa data na cosmologia.

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Pesquisadores da University of Illinois Urbana-Champaign e da University of Chicago desenvolveram uma abordagem inovadora para calcular a constante de Hubble usando ondas gravitacionais de colisões de buracos negros. Essa técnica, conhecida como método da sirene estocástica, analisa o zumbido de fundo de fusões fracas para potencialmente resolver a tensão de Hubble. Os achados, aceitos para publicação no Physical Review Letters, oferecem precisão aprimorada com dados atuais.

 

 

 

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