Evolução

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Realistic close-up of a vibrant Heliconius butterfly on a leaf in a rainforest, symbolizing longevity.
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Estudo descobre que algumas borboletas tropicais Heliconius podem viver quase um ano e apresentam declínio físico mais lento

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Um estudo liderado pela Universidade de Bristol relata que algumas borboletas do gênero Heliconius estão entre as que possuem a maior expectativa de vida já documentada, com um indivíduo registrado vivendo 348 dias, e que pelo menos uma espécie apresenta pouca perda mensurável de desempenho muscular com o envelhecimento.

Uma variedade de grandes frutos e sementes preservados em cinzas vulcânicas há quase 75 milhões de anos indica que as plantas com flores eram diversas e abundantes durante a era dos dinossauros.

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Uma população distinta de leopardos na Região Florística do Cabo, na África do Sul, desenvolveu corpos muito menores do que outros leopardos africanos, relatam os pesquisadores. A análise genética mostra que os animais permaneceram isolados por aproximadamente 20.000 anos e se adaptaram às condições locais.

Cientistas identificaram uma nova espécie de antigo parente dos crocodilos que caminhava ereto sobre duas patas e possuía um bico sem dentes. A criatura, nomeada Labrujasuchus expectatus, viveu durante o final do período Triássico no que é hoje o Novo México.

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Um novo estudo da Universidade de Michigan sugere que mutações benéficas são mais comuns do que se pensava anteriormente, mas frequentemente não se propagam porque os ambientes mudam rápido demais. A pesquisa propõe uma visão revisada da evolução molecular.

Paleontólogos encontraram o crânio de estegossauro mais bem preservado já descoberto na Europa em um sítio em Riodeva, na Espanha. O fóssil pertence à espécie Dacentrurus armatus e data do período Jurássico Superior, há cerca de 150 milhões de anos.

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Uma nova pesquisa revela que os cactos estão entre os grupos de plantas com a evolução mais rápida na Terra, impulsionada por mudanças velozes na forma das flores, e não pelo tamanho ou pelos polinizadores. As descobertas da University of Reading desafiam ideias estabelecidas sobre especiação que remontam a Darwin. Os cientistas analisaram dados de mais de 750 espécies para chegar às suas conclusões.

 

 

 

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