Evolução

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Um novo estudo indica que neandertais e Homo sapiens primitivos cruzaram-se numa ampla área que abrange a maior parte da Europa, o Mediterrâneo oriental e o oeste da Ásia. Investigadores analisaram amostras genéticas antigas para mapear esta zona híbrida, desafiando suposições anteriores de uma interação mais localizada. Os achados sugerem encontros repetidos à medida que os humanos se expandiam de África.

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Um novo estudo revela que saurópodes jovens, apesar do tamanho massivo de seus pais, eram presas vulneráveis que sustentaram predadores do Jurássico Tardio. Pesquisadores da UCL analisaram fósseis da Pedreira Dry Mesa em Colorado para reconstruir a rede alimentar da era. Essa abundância de refeições fáceis pode explicar por que predadores como Allosaurus prosperaram sem traços de caça avançados.

Um novo estudo sobre cefalópodes sugere que cérebros grandes podem evoluir devido a fatores ambientais em vez de interações sociais. Pesquisadores analisaram tamanhos de cérebro em 79 espécies e encontraram ligações com complexidade do habitat, não com socialidade. Isso leva a repensar por que animais como polvos desenvolvem sistemas nervosos complexos.

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Fósseis extraordinários de peixes sem mandíbula de 518 milhões de anos sugerem que os vertebrados mais antigos conhecidos do mundo possuíam dois pares de olhos. Descobertos no sudoeste da China, essas criaturas antigas do período Cambriano desafiam nossa compreensão da visão animal inicial. Pesquisadores propõem que esse par extra de olhos evoluiu para órgãos modernos como a glândula pineal.

 

 

 

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