Evolução

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Pesquisadores descreveram um dinossauro saurópode anteriormente desconhecido a partir de fósseis encontrados na província de Chubut, na Argentina. A criatura, chamada Bicharracosaurus dionidei, atingia cerca de 20 metros de comprimento e viveu há aproximadamente 155 milhões de anos.

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Cientistas determinaram que estruturas antes vistas como vestígios de pequenos animais em rochas brasileiras de 540 milhões de anos são, na verdade, comunidades fossilizadas de bactérias e algas. O reexame utiliza imagens avançadas para revelar células preservadas e material orgânico.

Um novo estudo sugere que o desaparecimento de herbívoros gigantes no Levante, há cerca de 200.000 anos, levou os primeiros humanos a substituir ferramentas de pedra pesadas por utensílios mais leves e sofisticados. Pesquisadores da Universidade de Tel Aviv analisaram sítios arqueológicos e descobriram que essa revolução nas ferramentas coincidiu com uma queda na oferta de grandes presas e um aumento de animais menores. As descobertas, publicadas na Quaternary Science Reviews, propõem que a caça de presas menores pode ter impulsionado a evolução cognitiva.

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Pesquisadores identificaram um fóssil de 500 milhões de anos encontrado em Utah como Megachelicerax cousteaui, o quelicerado mais antigo conhecido e parente de aranhas, escorpiões e caranguejos-ferradura. A descoberta, detalhada em um estudo na Nature, estende a história evolutiva do grupo em 20 milhões de anos até o período Cambriano. Uma pequena garra descoberta durante a preparação confirmou sua importância.

 

 

 

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