Doenças Infecciosas

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Photorealistic lab scene depicting DoriVac DNA origami vaccine triggering strong immune responses in mouse and organ chip models, as an advance over mRNA vaccines.
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O origami de DNA "DoriVac" mostra forte ativação imunológica em testes iniciais, oferecendo um complemento potencial às vacinas de mRNA

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Pesquisadores do Wyss Institute de Harvard e do Dana-Farber Cancer Institute relataram que uma plataforma de vacina baseada em origami de DNA chamada DoriVac gerou respostas imunológicas robustas em camundongos e em um modelo de "chip de órgão" de linfonodo humano. A equipe afirma que a abordagem poderia ser mais fácil de armazenar e fabricar do que as vacinas de mRNA fornecidas por nanopartículas lipídicas, embora o trabalho ainda seja pré-clínico. Os resultados foram publicados na Nature Biomedical Engineering.

Nova pesquisa indica que casos graves de COVID-19 ou influenza podem alterar células imunes pulmonares, potencialmente aumentando o risco de câncer meses ou anos depois. O estudo, conduzido por cientistas da University of Virginia, destaca o papel da inflamação crônica nesse processo e enfatiza a vacinação como medida preventiva. Os achados sugerem monitoramento mais próximo para pacientes afetados, permitindo detecção precoce.

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Pesquisadores da Stanford Medicine criaram uma vacina experimental em spray nasal que protege camundongos contra múltiplas ameaças respiratórias, incluindo COVID-19, gripe, pneumonia bacteriana e alérgenos. A vacina ativa o sistema imunológico inato dos pulmões por meses, oferecendo defesa ampla sem visar patógenos específicos. Publicada na Science em 19 de fevereiro, o estudo sugere potencial para testes em humanos em breve.

Num estudo único, estudantes universitários infetados com influenza partilharam um quarto de hotel com voluntários saudáveis de meia-idade durante duas semanas, mas não ocorreram infeções. Os investigadores atribuem isso a tosse limitada, boa ventilação e idade dos participantes. Os achados sublinham o papel do fluxo de ar e máscaras na prevenção da propagação da gripe.

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Investigadores identificaram migrions, estruturas semelhantes a vírus que permitem uma propagação viral mais rápida e grave ao sequestrar o movimento celular. Estes pacotes, formados em células migratórias infetadas com vírus da estomatite vesicular, entregam múltiplos genomas virais simultaneamente a novas células. A descoberta desafia os modelos tradicionais de infeção e destaca o potencial de doença aumentado em testes com animais.

Uma vacina nasal experimental impediu pela primeira vez a colonização da bactéria da coqueluche em humanos, segundo um ensaio clínico recentemente publicado. Este avanço pode conter a propagação da doença, particularmente num ano de casos recorde em Inglaterra. A vacina BPZE1, desenvolvida pela ILiAD Biotechnologies, reduziu a presença bacteriana em mais de 97% em comparação com o placebo.

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Cientistas da University of Queensland capturaram as primeiras imagens 3D de resolução quase atômica e alta resolução do vírus da febre amarela, detalhando como a superfície da cepa de vacina usada há muito tempo difere das cepas virulentas causadoras de doenças. O trabalho lança luz sobre como o vírus é reconhecido pelo sistema imunológico e pode apoiar vacinas aprimoradas para febre amarela e doenças relacionadas transmitidas por mosquitos.

 

 

 

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