Com base na rota detalhada recentemente pela Tesla para 2026 —incluindo o robotáxi CyberCab, o robô humanoide Optimus Gen 3, a expansão do Tesla Semi e o armazenamento de energia Megapack 3—, analistas de Wall Street da Canaccord Genuity e William Blair preveem um ano pivotal à frente. O fim dos subsídios para VE nos EUA causou uma desaceleração temporária na demanda, vista como uma transição saudável de mercado. A integração vertical da Tesla em veículos, robótica e energia fortalece sua vantagem competitiva.
Em 3 de janeiro de 2026, o analista da Canaccord Genuity George Gianarikas chamou 2026 de 'ano farto' para a Tesla, antecipando rampas de produção para CyberCab, Optimus Gen 3, caminhões Semi e lançamentos do Megapack 3. Ele manteve a classificação de compra com alvo de preço de US$ 551, usando um múltiplo de 46x no EPS não-GAAP de 2028 de US$ 11,98. Gianarikas vê o fim dos subsídios para VE nos EUA como uma 'pausa na transição tecnológica', semelhante a smartphones ou streaming, fomentando um mercado duradouro.
A Tesla beneficia-se de seu ecossistema de VE escalado e integrado verticalmente —o único nos EUA, com Rivian como principal rival. Essa sacudida elimina jogadores focados em conformidade, favorecendo as plataformas dedicadas da Tesla, software e controles de custo. Mercados emergentes como Tailândia, Vietnã e Brasil oferecem oportunidades em meio à competição chinesa.
Jed Dorsheimer da William Blair destacou a mudança da Tesla para um 'líder de IA no mundo real' via robotáxi e Optimus, descartando impactos de 'ressaca de subsídios' na ação. Ele prevê o destaque do Megapack para centros de dados de IA, suportando necessidades massivas de computação.
Em contraste, o GuruFocus alerta para competição e entregas enfraquecidas, projetando mais quedas em 2026 apesar de ganhos recentes na ação.