As ações da Tesla geraram retornos positivos ao longo do último ano, mas ficaram para trás de concorrentes como a Rivian até 24 de novembro de 2025. As ações da empresa subiram nesse dia, impulsionadas pela ênfase do CEO Elon Musk nas capacidades dos chips de IA, embora o crescimento da receita tenha escorregado para território negativo. Os investidores permanecem focados no potencial de robotáxi da Tesla como principal motor para 2026.
A Tesla Inc. (TSLA) mantém uma capitalização de mercado de US$ 1,2 trilhão, posicionando-a como a maior ação de veículos elétricos do mundo. Nos últimos doze meses encerrados em 24 de novembro de 2025, a Tesla reportou uma margem operacional de 5,1%, superando a maioria dos concorrentes, mas ficando atrás dos 11,4% da PACCAR. No entanto, a receita caiu 1,6% nesse período, com desempenho inferior ao da General Motors, Ford e Rivian, embora melhor que o da PACCAR e Oshkosh. A ação registrou um aumento de 18,5% com uma relação preço/lucro de 265,4, refletindo forte confiança dos investidores no crescimento futuro, apesar da alta avaliação em comparação com montadoras tradicionais.
Em 24 de novembro de 2025, as ações da Tesla tiveram tendência positiva, impulsionadas pelo foco de Elon Musk nas capacidades dos chips de IA. Isso ocorre em meio ao estagnação do crescimento de vendas em 2025, com cerca de 80% da receita vinda de veículos elétricos e mais de 90% dos Model 3 e Model Y, ambos com preços abaixo de US$ 50.000. A concorrência está se intensificando, com mais de uma dúzia de novos modelos de VE programados para 2026, incluindo vários abaixo de US$ 50.000 da Rivian Automotive.
Analistas destacam a iniciativa de robotáxi da Tesla como uma oportunidade subestimada, com o mercado potencialmente valendo de US$ 5 trilhões a US$ 10 trilhões. Musk prevê a produção de 2 a 3 milhões de Cybercabs em 2026, aproveitando a integração vertical da Tesla para vantagens em escalabilidade, adaptação tecnológica e eficiência de custos em relação a rivais como a Waymo da Alphabet e Uber Technologies. Essa abordagem permite que a Tesla controle sua cadeia de suprimentos e opere com custos mais baixos. Além disso, o segmento de armazenamento de energia mostra crescimento rápido e expansão de margens, diversificando além do automotivo. Um analista classifica a TSLA como Compra, citando margens fortes, liderança em custos e gestão visionária para uma perspectiva otimista de longo prazo, enquanto divulga uma posição longa na ação.