A Subsecretaría de la Pequeña y Mediana Empresa da Argentina, vinculada ao Ministério da Economia, atualizou na segunda-feira os tetos de faturamento e ativos para micro, pequenas e médias empresas no Registro MiPyME. As mudanças visam uma classificação mais precisa baseada em variáveis econômicas e setores, ampliando o acesso a benefícios fiscais e financeiros. Foi estabelecido um teto de ativos de $ 3.438.000.000 para empresas dos setores financeiro, imobiliário ou de seguros.
A Subsecretaría de la Pequeña y Mediana Empresa atualizou os parâmetros do Registro MiPyME, estabelecidos pela Lei 27.264, que agrupa sociedades, cooperativas, trabalhadores autônomos e monotributistas envolvidos em atividades comerciais, de serviços ou de produção.
Os novos limites de faturamento e ativos refletem a evolução econômica e as particularidades de cada setor, conforme informado pela Secretaría de Industria. Isso possibilita "uma classificação mais precisa das empresas e reduz barreiras regulatórias, ampliando o alcance e facilitando o acesso aos benefícios existentes". As principais atualizações incluem um teto de ativos de $ 3.438.000.000 para firmas em atividades financeiras, imobiliárias ou de seguros, além de uma isenção para indivíduos em cooperativas não comerciais.
O certificado MiPyME, de caráter voluntário, oferece benefícios como a compensação de impostos sobre débitos e créditos bancários contra o imposto sobre lucros (Gains tax) e contribuições patronais, diferimento de 90 dias do IVA, isenções de impostos de exportação e acesso a financiamento via SGR. O registro conta com 1,88 milhão de empresas com certificados válidos, sendo 88% sociedades e com forte representação de autônomos (57%) e monotributistas (20%).
"Estas modificações garantem que cada categoria reflita o tamanho real das empresas", afirmaram representantes da Industria.