A Organização Central de Sindicatos (COTU) instou os empregadores a acabar com o pagamento desigual para trabalhadores temporários e terceirizados após uma decisão judicial confirmar a igualdade de tratamento.
Francis Atwoli, secretário-geral da COTU, falou em uma entrevista coletiva em Nairóbi no dia 17 de junho. Ele afirmou que alguns empregadores pagam aos funcionários terceirizados metade do salário dos funcionários permanentes que realizam o mesmo trabalho. A recente decisão judicial concedeu aos trabalhadores temporários e terceirizados o direito de se sindicalizar e receber remuneração igualitária. O juiz considerou que a diferença de benefícios violava a Constituição e as leis trabalhistas. Atwoli descreveu a decisão como um marco para as relações industriais. A decisão exige que os empregadores parem de usar a terceirização para evitar obrigações previstas nas leis trabalhistas do Quênia.