A Epia Neuro, uma startup recém-lançada em São Francisco, está desenvolvendo uma interface cérebro-computador para ajudar pacientes que sofreram AVC a recuperar o movimento das mãos. O sistema combina um implante cerebral com uma luva motorizada. O AVC continua sendo uma das principais causas de incapacidade a longo prazo, afetando a função das mãos e dos braços em cerca de dois terços dos sobreviventes.
A Epia Neuro visa enfrentar os desafios enfrentados pelos sobreviventes de AVC, muitos dos quais vivem com paralisia ou fraqueza persistente nas mãos e braços. A interface cérebro-computador da startup busca reconectar sinais cerebrais para restaurar a função por meio de uma luva motorizada acoplada que auxilia na recuperação dos movimentos. Conforme reportado inicialmente pela WIRED, esta inovação foca nas deficiências significativas que prejudicam a vida diária de inúmeros pacientes, mesmo após a ocorrência de alguma recuperação inicial em outros casos. A Epia Neuro, sediada em São Francisco, posiciona sua tecnologia como uma solução para aqueles que não recuperam totalmente a função das mãos naturalmente. O AVC está entre as principais causas de incapacidade a longo prazo em todo o mundo. Aproximadamente dois terços dos sobreviventes apresentam limitações notáveis nas mãos e nos braços, segundo o foco da empresa.