PF deflagra operação contra fraudes em bancos com ligação à Fictor

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (25) uma operação para desarticular fraudes de crédito contra bancos como Caixa, Banco do Brasil, Bradesco, Santander e Safra. O principal investigado, Thiago Branco de Azevedo, conhecido como Ralado, está foragido após a expedição de 21 mandados de prisão. Executivos do Grupo Fictor também foram alvos de buscas.

A operação da Polícia Federal, iniciada em 25 de março de 2026, investiga Thiago Branco de Azevedo, apelidado Ralado, por fraudes contra instituições financeiras. Morador do interior de São Paulo e administrador de múltiplos CNPJs, Ralado usava empresas de fachada registradas em nome de laranjas para obter empréstimos fraudulentos. Funcionários infiltrados nos bancos adulteravam cadastros para viabilizar os golpes, conforme o delegado Florisvaldo Neves, chefe da PF em Piracicaba (SP). Ele afirmou: “Na nossa investigação, identificamos que o carro-chefe do Ralado é a fraude contra instituições financeiras” e “Para o banco isso não parece um crime imediatamente, parece inadimplência”.As investigações começaram em 2023, com a apreensão de um celular de Ralado durante operação contra o Bonde do Magrelo, grupo ligado ao Comando Vermelho. Mensagens no aparelho revelam contatos com executivos da Fictor, como o CEO Rafael Gois e o ex-sócio Luiz Phillippe Rubini, do Fictor Invest, que pediam movimentações de dinheiro via empresas de laranjas. A PF rastreou R$ 47 milhões em fraudes, com estimativa de prejuízo superior a R$ 500 milhões. Os valores eram convertidos em bens de luxo e criptoativos.Foram expedidos 21 mandados de prisão contra Ralado (foragido), laranjas e profissionais bancários, incluindo gerentes. Apreensões incluíram pistola, munições, dinheiro vivo, relógios e dispositivos digitais. A Fictor informou que apenas o smartphone de Gois foi apreendido e aguardará acesso aos autos. A defesa de Rubini disse não ter conhecimento prévio. Bancos reagiram: Caixa colaborou; Bradesco confia na PF; BB sem comunicação oficial; Safra e Santander silenciaram. A PF foca crimes contra a Caixa, com demais fraudes sob jurisdição estadual.

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