Prefeitura do Rio demite Monique Medeiros após soltura

A Prefeitura do Rio demitiu a professora Monique Medeiros da Costa e Silva, ré na morte do filho Henry Borel em 2021, dois dias após sua soltura da prisão. A decisão, assinada pelo prefeito Eduardo Cavaliere, foi publicada no Diário Oficial nesta quarta-feira (25). O Ministério Público recorreu para que ela volte à prisão.

A Prefeitura do Rio de Janeiro publicou no Diário Oficial do Município, nesta quarta-feira (25 de março de 2026), a demissão da professora Monique Medeiros da Costa e Silva da rede municipal de ensino. A medida, assinada pelo prefeito Eduardo Cavaliere (PSD), ocorre dois dias após a juíza Elizabeth Machado Louro, do 2º Tribunal do Júri, determinar sua soltura da prisão preventiva. Com isso, Monique perde o cargo público e qualquer vínculo com a administração municipal. Monique é ré pelo homicídio do filho Henry Borel, de 4 anos, ocorrido em 2021 no apartamento que dividia com o então padrasto, o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Jairinho, na Barra da Tijuca. O Ministério Público alega que a criança morreu vítima de sucessivas agressões. Ambos negam envolvimento. A defesa de Monique, por meio do advogado Hugo Novais, contestou a demissão, afirmando não ter tido acesso ao ato administrativo e invocando a presunção de inocência, já que não houve julgamento criminal definitivo. Eles argumentam que o processo disciplinar deveria estar suspenso devido à ação penal em curso e planejam recurso. O secretário de Educação, Renan Ferreirinha, justificou a decisão como necessária, chamando a permanência dela no quadro 'insustentável'. 'Imagina você que tem um filho na rede e a possibilidade de ter uma pessoa como ela em sala de aula', disse ele. 'Solicitei a demissão dessa servidora e o prefeito prontamente aprovou.' Desde a morte de Henry, Monique enfrentou processos administrativos, recebendo salários mesmo presa em parte do tempo. Em dezembro de 2022, após primeira soltura, foi realocada para um almoxarifado. Presa novamente em julho de 2023, ficou detida até agora. O julgamento no Tribunal do Júri, iniciado na segunda-feira (23), foi adiado para 25 de maio após saída dos advogados de Jairinho. O Ministério Público e a assistência de acusação recorreram da soltura, alegando risco à instrução processual.

Artigos relacionados

STF courtroom scene of Marielle Franco murder trial: judges presiding, defendants Brazão brothers and Rivaldo Barbosa, victims' photos, family observing.
Imagem gerada por IA

STF inicia julgamento dos mandantes do assassinato de Marielle Franco

Reportado por IA Imagem gerada por IA

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal inicia nesta terça-feira (24) o julgamento dos acusados de ordenar o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 14 de março de 2018, no Rio de Janeiro. O processo, que ocorre quase oito anos após o crime, envolve figuras como os irmãos Brazão e o ex-chefe da Polícia Civil Rivaldo Barbosa. Familiares expressam esperança de que o veredicto represente um marco para a justiça e os direitos humanos no Brasil.

Guilherme Silva Teixeira, de 24 anos, foi preso pela Polícia Civil do Distrito Federal acusado de assassinar o professor João Emmanuel Ribeiro Gonçalves de Moura Carvalho, de 32 anos, em uma parada de ônibus em Sobradinho II. Segundo o suspeito, o crime ocorreu após ele se ofender com uma cantada da vítima, embora a motivação ainda esteja sob investigação. A brutal agressão deixou a vítima agonizando no local, enquanto o autor seguiu para o trabalho.

Reportado por IA

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu Ana Paula da Costa, de 29 anos, acusada de sequestrar a bebê Maria Cecília, de oito meses, e atacar sua mãe, Rosimere da Hora, de 40 anos, com fogo. A criança foi resgatada em Cataguases, em Minas Gerais, enquanto Rosimere permanece em estado grave no hospital. A suspeita pode responder por sequestro, tentativa de homicídio e abandono de incapaz.

Imagens de câmeras de segurança mostram dinâmica diferente dos relatos iniciais no acidente que matou a geógrafa Emanoelle Martins Guedes de Farias, 40, e o filho Francisco Farias Antunes, 9, atingidos por um ônibus na rua Conde de Bonfim, na Tijuca, Rio de Janeiro, na segunda-feira (30). Testemunhas e o motorista do coletivo culparam um carro preto, mas o vídeo indica que o ônibus se aproximou muito da bicicleta elétrica após mudar de faixa. A Polícia Civil investiga o caso.

Reportado por IA

Tainara Souza Santos, de 31 anos, morreu na véspera de Natal após 25 dias internada, vítima de atropelamento e arrastamento por um quilômetro em São Paulo. O suspeito, Douglas Alves da Silva, agora responde por feminicídio consumado, o que pode aumentar sua pena para até 40 anos de prisão. A mãe da vítima clama por justiça nas redes sociais.

Um bloco carnavalesco no Rio de Janeiro transforma a folia em protesto bem-humorado contra supersalários no Judiciário, inspirado na decisão do ministro Flávio Dino, do STF. O coletivo Respeita a Minha História organiza o cortejo com estandartes e fantasias que pedem transparência e fim de benefícios extras na administração pública.

Reportado por IA

A Polícia Militar de São Paulo prendeu o ex-namorado de Fernanda Silveira de Andrade, arquiteta de 29 anos desaparecida desde outubro de 2025, que confessou o homicídio e levou os policiais até o corpo oculto em uma área de mata em Parelheiros. O suspeito, com mandado de prisão em aberto, foi detido em Marsilac após denúncia. A vítima havia registrado boletins de ocorrência contra ele por agressões anteriores.

 

 

 

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar