Um novo estudo da Universidade de Michigan sugere que mutações benéficas são mais comuns do que se pensava anteriormente, mas frequentemente não se propagam porque os ambientes mudam rápido demais. A pesquisa propõe uma visão revisada da evolução molecular.
Pesquisadores liderados por Jianzhi Zhang examinaram mutações em leveduras e E. coli usando varredura mutacional profunda. Eles descobriram que mais de 1 por cento das mutações que alteram aminoácidos eram benéficas, o que implica que mais de 99 por cento das substituições deveriam ser adaptativas em condições estáveis. No entanto, essa taxa excede em muito o que é observado na natureza.