Genética

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Scientific illustration contrasting BRD2's gene preparation and BRD4's transcription role, highlighting BET inhibitor limitations.
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Estudo identifica por que os inibidores de BET tiveram desempenho abaixo do esperado: BRD2 e BRD4 desempenham funções diferentes na ativação gênica

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Pesquisadores do Instituto Max Planck de Imunobiologia e Epigenética (MPI-IE) em Freiburg relatam que uma suposição fundamental por trás das estratégias de medicamentos inibidores de BET amplamente utilizados pode estar incorreta: as proteínas BET BRD2 e BRD4 não são intercambiáveis. A equipe afirma que a BRD2 ajuda a preparar os genes para a ativação, enquanto a BRD4 atua posteriormente para permitir uma transcrição produtiva — diferenças que podem contribuir para os resultados modestos e imprevisíveis observados com medicamentos que inibem proteínas BET de forma ampla.

Uma análise genética de mais de mil genomas britânicos antigos mostra que a conquista romana deixou apenas uma pequena marca na ancestralidade da ilha, apesar das grandes mudanças culturais.

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Pesquisadores que comparam o crescimento de apêndices em salamandras, peixes e camundongos relatam que dois genes relacionados, SP6 e SP8, são ativados no tecido cutâneo em regeneração em todas as espécies e são necessários para o crescimento ósseo normal em modelos animais — descobertas que, segundo eles, podem embasar futuras estratégias de medicina regenerativa.

Cientistas encontraram evidências genéticas de que humanos modernos chegaram à Nova Guiné e à Austrália há cerca de 60.000 anos, reforçando a cronologia longa em comparação com estimativas mais recentes. A equipe internacional, liderada por pesquisadores da Universidade de Huddersfield e da Universidade de Southampton, analisou quase 2.500 genomas de DNA mitocondrial de aborígenes australianos, habitantes da Nova Guiné e populações do Sudeste Asiático. O trabalho sugere que os primeiros migrantes utilizaram pelo menos duas rotas através do Sudeste Asiático.

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Pesquisadores da Universidade de Kyoto e do RIKEN relatam que células humanas conseguem detectar códons sinônimos “não ótimos” — instruções genéticas alternativas de três letras que codificam o mesmo aminoácido, mas são traduzidas de forma menos eficiente — e suprimir seletivamente os mRNAs correspondentes. Em experimentos descritos na revista Science, a equipe identifica a proteína de ligação ao RNA DHX29 como um componente central desse controle da expressão gênica dependente de códons.

Pesquisadores descobriram que escores de risco poligênicos, que resumem a probabilidade de uma pessoa desenvolver doenças como diabetes e câncer, podem ser engenheirados reversamente para revelar dados genéticos subjacentes. Essa vulnerabilidade levanta preocupações com privacidade, podendo permitir a identificação por meio de bancos de dados públicos ou a reconstrução por seguradoras. A descoberta destaca riscos no compartilhamento desses escores, mesmo de forma anônima.

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Cientistas da EPFL desenvolveram uma técnica chamada optovolução, utilizando luz para evoluir proteínas que alternam estados, detetam ambientes e realizam computações. Ao engenharem células de levedura para sobreviverem apenas se as proteínas se comportarem dinamicamente, o método seleciona variantes ótimas rapidamente. A abordagem, publicada na Cell, avança a biologia sintética e a optogenética.

 

 

 

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