Astrobiologia
Um novo estudo sugere que o cianeto de hidrogênio, um químico altamente venenoso, pode ter desempenhado um papel chave nas origens da vida ao formar cristais de gelo reativos em frio extremo. Simulações computacionais mostram que esses cristais promovem reações químicas incomuns que produzem blocos de construção para a vida. As descobertas destacam o potencial químico de ambientes congelados, incluindo aqueles além da Terra.
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Em 2025, análise detalhada de rochas coletadas pelo rover Perseverance da NASA revelou pistas tentadoras sugerindo vida microbiana passada em Marte. Características como 'manchas de leopardo' e nódulos minerais esverdeados lembram aquelas ligadas a micróbios na Terra. No entanto, confirmar esses sinais requer retornar as amostras à Terra, uma missão agora em risco de cancelamento.
Cientistas mediram as cores de micróbios que vivem alto na atmosfera da Terra, revelando pigmentos que protegem contra luz UV. Essas descobertas sugerem que biossinaturas semelhantes em nuvens de exoplanetas poderiam indicar vida alienígena. A pesquisa fornece espectros de referência para observações astronômicas futuras.
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Pesquisadores descobriram evidências de atividade microbiana em rochas de 3,7 bilhões de anos da Groenlândia, sugerindo que a vida na Terra pode ter começado mais cedo do que se pensava anteriormente. As descobertas, publicadas na Nature, desafiam as linhas do tempo existentes para as origens da vida. Isso pode remodelar nossa compreensão da habitabilidade planetária inicial.
Pesquisadores da NASA propuseram que os lagos de Titã poderiam sustentar vida celular primitiva, avançando teorias de astrobiologia. A ideia foi apresentada em 6 de setembro de 2025. Baseia-se em análises de dados recentes.