Neandertais

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Pesquisadores reexaminaram um esqueleto de elefante de presas retas de 125 mil anos encontrado na Alemanha em 1948, confirmando que os neandertais caçaram e esquartejaram o animal com uma lança de madeira alojada em suas costelas. As descobertas, detalhadas em um estudo recente da Scientific Reports, fornecem evidências vívidas das habilidades dos neandertais na caça de animais de grande porte. O elefante, um macho adulto com mais de 3,5 metros de altura, apresenta marcas de corte claras feitas por ferramentas de sílex.

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Experimentos sugerem que os neandertais poderiam ter aplicado o alcatrão de bétula, encontrado em seus sítios, como antisséptico para feridas devido às suas propriedades antibióticas. Os pesquisadores reproduziram métodos de produção antigos e testaram o alcatrão contra bactérias que causavam infecções na pele. As descobertas se baseiam em evidências de que os neandertais usavam plantas medicinais.

Arqueólogos descobriram artefatos de ocre na Crimeia que mostram que neandertais os moldaram e usaram como crayons para desenhar há mais de 40.000 anos. Essa descoberta fornece a evidência mais forte até agora de que os neandertais usaram pigmentos de forma simbólica, desafiando suposições anteriores sobre a criatividade humana inicial. As descobertas destacam uma capacidade evolutiva compartilhada para comportamento simbólico que remonta a mais de 700.000 anos.

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Um novo estudo sugere que o cruzamento entre neandertais e Homo sapiens criou uma incompatibilidade genética que aumentou os riscos de falha na gravidez em mães híbridas, contribuindo potencialmente para a extinção dos neandertais. Essa incompatibilidade envolveu diferenças no gene PIEZO1 que afetam o transporte de oxigênio no sangue. A descoberta pode explicar a ausência de DNA mitocondrial neandertal em humanos modernos.

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