Rejeição em Aysén acalma indústria extrativa

A Comissão Regional de Uso de Borda Costeira (CRUBC) de Aysén rejeitou por unanimidade os pedidos das comunidades Pu Wapi e Antünen Rain, restaurando a calma ao setor industrial. Esta decisão sublinha a importância da legitimidade social e territorial para a viabilidade dos projetos. A paralisação de investimentos por quase uma década destaca a necessidade de certeza jurídica.

A rejeição unânime pela CRUBC de Aysén dos pedidos das comunidades Pu Wapi e Antünen Rain trouxe alívio imediato à indústria, conforme notado por Felipe Martin Cuadrado, diretor executivo da Más Recursos Naturales, em uma carta ao editor no La Tercera. Este episódio destaca uma lição chave: a viabilidade dos projetos não depende apenas de aspectos técnicos, mas também da legitimidade social e territorial.

Por quase uma década, a região tem sofrido paralisia de investimentos devido à incerteza jurídica, estagnando o desenvolvimento econômico. Cuadrado ressalta que, para prevenir pedidos desproporcionais sob a Lei Lafkenche, é essencial fortalecer as avaliações socioambientais e os processos de consulta comunitária, assegurando transparência em cada etapa.

A participação indígena e local não deve ser tratada como mera formalidade administrativa, mas como um ativo estratégico. Somente através de relações claras e documentadas a infraestrutura pode criar valor compartilhado com as comunidades, superando a incerteza judicial que tem marcado o progresso dos projetos em Aysén. Esta abordagem busca equilibrar o desenvolvimento com o respeito aos direitos territoriais, fomentando o crescimento sustentável na região patagônica.

Artigos relacionados

Dramatic scene of wildfires ravaging Epuyén, Chubut, destroying homes and forests amid firefighting efforts.
Imagem gerada por IA

Epuyén declara catástrofe enquanto incêndios em Chubut se intensificam

Reportado por IA Imagem gerada por IA

Em escalada dos incêndios florestais de Chubut iniciados em 5 de janeiro — anteriormente ligados a incêndio criminoso e que motivaram ajuda chilena —, o conselho de Epuyén declarou uma catástrofe abrangente de fogo, social, ambiental, econômica e de saúde após as chamas devastarem mais de 12 mil hectares. Reacendidos por ventos, os incêndios destruíram 24 casas e locais importantes, provocando visitas de alto nível, doações e pedidos de ajuda em meio a atividades locais paralisadas.

Câmaras empresariais argentinas de construção e indústria exigem reforma na Lei dos Glaciares para implementar análise caso a caso, visando remover barreiras regulatórias e impulsionar investimentos em mineração. Essa posição se alinha ao projeto oficial apresentado pelo governo de Javier Milei ao Senado em 15 de dezembro. Os grupos apoiam as províncias na definição de áreas protegidas, priorizando critérios científicos precisos.

Reportado por IA

Milhares de pessoas concentraram-se ao meio-dia em Santiago de Compostela contra a macrofábrica de pasta de papel da Altri em Palas de Rei, pendente de autorização da Xunta, para defender o futuro da Galiza. Organizada por plataformas como Ulloa Viva e En Defensa da Ría de Arousa, a protesto repete a rejeição massiva do ano passado com apoio dos partidos da oposição e ambientalistas. No final, exigiram à Xunta que negue o alvará ambiental.

O Ministério do Meio Ambiente do Chile declarou a Lagoa Aculeo e seus afluentes como humedal urbano, abrangendo 1.107,52 hectares na comuna de Paine. A medida visa proteger o ecossistema de ameaças como seca e mudanças climáticas, sem proibir atividades recreativas, mas regulando-as para uso sustentável. A Municipalidade de Paine, que solicitou a declaração, deve agora elaborar um plano que equilibre turismo, conservação e necessidades locais.

Reportado por IA

O Primeiro-Ministro Manuel Marrero Cruz enfatizou que os municípios cubanos devem liderar seu próprio desenvolvimento em uma reunião extraordinária do Conselho de Governo Provincial em Ciego de Ávila. Ele destacou o papel estratégico da província na produção de alimentos em meio a uma economia de guerra imposta pelo bloqueio dos EUA. Ele pediu uma mudança de mentalidade e ações concretas multiplicadas para a sustentabilidade.

Após o anúncio de 19 de dezembro de uma emergência econômica e petições de suspensão de grupos empresariais, o presidente Gustavo Petro emitiu o decreto em 25 de dezembro. Centro Democrático de Álvaro Uribe protocolou uma tutela alegando inconstitucionalidade, mas o Supremo Tribunal Constitucional adiou a análise até 13 de janeiro por vacância judicial, provocando uma disputa pública.

Reportado por IA

Gremios empresariais chilenos manifestaram oposição ao anúncio do governo de apresentar um projeto de lei de negociação coletiva ramal ou multinível em 5 de janeiro de 2026, alegando que terá efeitos negativos no emprego. A presidente da CPC, Susana Jiménez, chamou-o de gesto político improvável de prosperar, enquanto líderes da Sofofa e CCS alertaram para rigidezes e custos para as PMEs.

 

 

 

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar