Projeto de decreto incentiva papel das pessoas com deficiência em contratações públicas

A Agência Nacional de Contratações Públicas da Colômbia, Colombia Compra Eficiente, divulgou um anteprojeto de decreto para impulsionar a participação de pessoas com deficiência em processos de aquisições estatais. Impulsionado pelo presidente Gustavo Petro, visa implementar uma lei de 2013 há muito devida. O diretor Cristóbal Padilla enfatizou que é um dever defender direitos fundamentais.

A Agência Nacional de Contratações Públicas da Colômbia —Colombia Compra Eficiente— divulgou um anteprojeto de decreto destinado a incentivar a participação de pessoas com deficiência (PcD) em contratações estatais, abordando uma exclusão de longa data nessa área. A iniciativa implementa a Lei 1618 de 2013, que determina medidas afirmativas para permitir o acesso das PcD às compras públicas —uma regulamentação pendente de plena execução há 13 anos. O diretor da agência, Cristóbal Padilla, afirmou: «É uma obrigação atrasada que deve ser cumprida. Não fazê-lo iria contra direitos fundamentais que, como Estado colombiano, devemos garantir.» O anteprojeto surgiu de consultas com diversos setores, incluindo infraestrutura, onde sugestões foram incorporadas por meio de sessões de trabalho. Ele também decorre de uma decisão do Conselho de Estado que censurou o governo pela falta de regulamentação, violando assim os direitos das PcD. A Superintendência de Indústria e Comércio endossou o projeto, destacando que ele promove igualdade efetiva e remove barreiras estruturais, em linha com os princípios constitucionais de igualdade e o direito ao trabalho. A participação é voluntária; opções como incentivos para pequenas empresas ou firmas lideradas por mulheres permanecem disponíveis. Colombia Compra Eficiente rejeitou como infundadas alegações que ligam essa inclusão à corrupção. Dados do DANE para 2025 mostram uma taxa de desemprego de 9,0% entre PcD, superior à de pessoas sem deficiência. O Ministério da Saúde indica que 68,2% estão desempregados, com 49,7% das PcD empregadas em trabalho informal. Padilla enfatizou que essas medidas redirecionam as contratações para um foco social e ambiental, acrescentando: «Incorporar medidas afirmativas para populações vulneráveis não viola o princípio de seleção objetiva ou a livre concorrência, mas alcança igualdade material para pessoas com deficiência.» Isso capacita as PcD a atuarem como empreendedoras, além do mero emprego.

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