Sindicatos de extorsão visam empresas em Nelson Mandela Bay

Em Nelson Mandela Bay, sindicatos criminosos exigem taxas de proteção de empresas e indivíduos, criando zonas proibidas em meio à subnotificação à polícia. As vítimas enfrentam ameaças aos seus meios de subsistência e segurança, enquanto as forças policiais admitem desafios para lidar com o problema. Casos judiciaires recentes e estatísticas de criminalidade destacam o problema crescente.

Sindicatos de extorsão em Nelson Mandela Bay, também conhecida como Gqeberha, exploram vulnerabilidades para exigir pagamentos de empresas e residentes. Um caso notável envolve um homem de 61 anos que, após um encontro pessoal em uma pousada em fevereiro de 2022, foi contatado por alguém se passando por Warrant Officer Makwena. O ligante alegou envolvimento do homem em um esquema de estupro e moeda falsa, exigindo R10.000 para manter em segredo. Ao longo de oito meses, a vítima pagou R390.500 em uma conta bancária FNB e R355.050 via transferências para 15 números de celular, totalizando mais de R700.000.  nnO esquema envolvia um falso ‘juiz’ exigindo pagamentos adicionais. A vítima relatou o caso, levando o sargento Dumisani Ntshanyana a rastrear a conta bancária até Mulalo Portia Tshitambo, uma contadora em Pretória. Tshitambo, enfrentando acusações de extorsão, fraude, corrupção e obstrução à justiça, tentou subornar o oficial com R30.000 durante uma operação de flagrante em Gqeberha. Seu julgamento continua no Specialised Commercial Crime Court.  nnEmpresas enfrentam pressões semelhantes. Dois comerciantes de sucata metálica, alvos desde 2023, pagavam inicialmente R58.000 mensais para evitar violência, empregando um membro do sindicato para supervisão. Assassinatos internos no sindicato levaram a renegociações, agora em R35.000 mensais, mais R30.000 para segurança privada. Eles evitam relatar à polícia temendo retaliação por conexões policiais.  nnPequenas empresas em Walmer Township e motoristas de e-hail em áreas como New Brighton e Kwazakhele pagam taxas variadas, de passes diários de R100 a milhares mensais, para acessar zonas proibidas controladas por gangues.  nnNas estatísticas de criminalidade do terceiro trimestre de 2025/26, o ministro interino de Polícia, Firoz Cachalia, observou a subnotificação de extorsões, pois não se enquadram em categorias padrão. O comissário nacional General Fannie Masemola mencionou operações especiais no Cabo Oriental, mas as vítimas duvidam de sua eficácia, vendo os pagamentos como custo operacional.

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