O ex-piloto de Fórmula 1 Jolyon Palmer criticou Sergio Perez por uma ultrapassagem agressiva sobre seu companheiro de equipe na Cadillac, Valtteri Bottas, durante o Grande Prêmio da China. O incidente ocorreu na curva 3, com os dois pilotos largando perto do final do grid. Palmer argumentou que a equipe deveria priorizar a coleta de dados em vez das batalhas entre equipes.
A Cadillac entrou na Fórmula 1 como a 11ª equipe em 2026, colocando em campo os experientes pilotos Sergio Perez, ex-Red Bull, e Valtteri Bottas, ex-Mercedes. No Grande Prêmio da China, Bottas largou em 19º e Perez em 21º. No início da corrida, Pérez tentou uma manobra ousada de 270 graus, mergulhando por dentro na curva 3, enquanto Bottas defendia o ápice em meio aos carros ao redor. Eles evitaram uma colisão e ambos terminaram a corrida apesar do risco. Jolyon Palmer, falando na F1 TV, descreveu a manobra como "muito boba. Boba é generosa". Ele enfatizou que a Cadillac, como novata, precisava de uma corrida limpa, semelhante a uma sessão de treinos, para coletar dados vitais sobre o desempenho do carro. A Cadillac só quer chegar ao final da corrida", disse Palmer. Ele alertou que qualquer dano, mesmo na asa dianteira, comprometeria os dados sobre os componentes intactos. Palmer rejeitou a ideia de Pérez não reconhecer seu companheiro de equipe, afirmando: "Se não for seu companheiro de equipe, ainda assim não é uma boa condução. É apenas pior o fato de ser o companheiro de equipe dele". Ele acrescentou que nem todos os pilotos precisam imitar largadas agressivas como as de Carlos Sainz ou Fernando Alonso para chegar imediatamente ao top 10, já que a Cadillac prioriza a quilometragem em vez do heroísmo.