Após o anúncio previsto para 29-30 de dezembro, depois das negociações fracassadas da Comissão Tripartite —como relatado anteriormente—, o presidente Gustavo Petro decretou um aumento de 23% no salário mínimo legal mensal para 2026, fixando-o em $1.750.905 mais $249.095 de auxílio-transporte (aumento de 24,5%), totalizando $2 milhões. A medida visa cobrir custos vitais de subsistência familiar em meio a críticas de líderes empresariais sobre riscos econômicos.
Em 29 de dezembro de 2025, o presidente Gustavo Petro emitiu o decreto elevando o salário mínimo de $1.300.000 para $1.750.905 —o maior ajuste em termos recentes—, considerando inflação, produtividade e o custo da cesta familiar de cerca de $2,9 milhões para um lar de 3,4 pessoas, conforme pesquisas atualizadas alinhadas aos padrões da OIT.
Em um pronunciamento presidencial, Petro enfatizou um aumento real de 18,7% para impulsionar a demanda, o emprego, as vendas em pequenas empresas e reduzir a pobreza para 2-3 milhões de colombianos. "Nada cria mais riqueza do que o trabalho."
O decreto unilateral seguiu o impasse nas negociações, contornando o consenso. Grupos empresariais como Andi, cujo presidente Bruce Mac Master o rotulou de 'populista', alertam para picos de inflação, perdas de empregos no setor formal, finanças públicas tensionadas e danos às PMEs. Os custos para empregadores por trabalhador de salário mínimo excedem $2,8 milhões mensais, incluindo contribuições (saúde 8,5%, pensão 12%, ARL), primes ($1.083.300 duas vezes ao ano) e verbas rescisórias ($2M + 12% de juros). Especialistas preveem altas de 15-20% nos preços de serviços.
O salário integral para executivos é fixado em $22.761.765 (13x base), facilitando pagamentos enquanto preserva direitos. A $3.707/USD, a base equivale a cerca de US$539.