Um grupo de cientistas cidadãos está documentando milhares de espécies no Parque Nacional Great Smoky Mountains para monitorar mudanças no ecossistema. Seu trabalho faz parte de um inventário de biodiversidade de longa duração que já identificou mais de 22.000 espécies até o momento.
Em um dia chuvoso recente, voluntários, incluindo James Hollinger e Laura Boggess, examinaram musgos e líquens em árvores na floresta de abetos. Hollinger observou um líquen raro que só tinha sido visto cerca de uma dúzia de vezes no parque anteriormente. O grupo, conhecido como Gang of Retirees in Search of Life’s Diversity, contribui para o All Taxa Biodiversity Inventory. Este projeto é gerido pela organização sem fins lucrativos Discover Life in America em parceria com o parque. Will Kuhn, da organização, disse que mais de 1.000 espécies documentadas desde 1998 são novas para a ciência. Os voluntários trabalham o ano todo para registrar espécies ativas fora das estações de pesquisa típicas. Paul Super, um biólogo aposentado, destacou como pequenos organismos ajudam a regular a umidade em áreas de alta altitude. O inventário auxilia no monitoramento em meio a mudanças na temperatura e na distribuição das espécies.