Vantagem estratégica da Chevron na Venezuela após escalada dos EUA

Com base em avaliações iniciais de obstáculos para as grandes petrolíferas americanas após a captura de Maduro, a Chevron —a única grande empresa americana operando na Venezuela— está posicionada para capitalizar após a invasão americana a Caracas, que matou pelo menos 80 pessoas e levou ao sequestro do presidente. Um extenso lobby garantiu extensões de licenças em meio a mudanças nas sanções, permitindo acesso potencial a vastas reservas apesar de problemas de infraestrutura e riscos políticos.

A invasão dos EUA no sábado passado intensificou a crise pelo petróleo da Venezuela, com o presidente Trump reiterando de Mar-a-Lago que empresas americanas extrairiam riqueza substancial dos recursos do país —as maiores reservas comprovadas do mundo—.

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President Donald Trump commended interim Venezuelan President Delcy Rodríguez for her cooperation with the United States, noting that oil from the country is beginning to flow. This praise came amid a meeting in Caracas between Rodríguez and U.S. Interior Secretary Doug Burgum, focused on boosting investments. The developments follow the U.S. capture of former leader Nicolás Maduro two months ago.

Reportado por IA

The January 2026 U.S. special forces raid in Venezuela that captured President Nicolás Maduro—detailed in prior coverage—reversed prior regime-change hesitancy, secured oil field control, and signaled a bolder foreign policy under President Trump, echoed in Middle East maneuvers and aggressive U.S. domestic operations.

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