Desenvolvimentos positivos nos portos de Durban e Maputo oferecem esperança de que os problemas dos portos sul-africanos possam desaparecer como os medos de load shedding. No entanto, o Porto do Cabo enfrenta desafios severos de vento acima de 100 km/h. Essas mudanças ecoam o alívio das crises passadas de energia da Eskom.
Em 2025, a África do Sul experimentou uma mudança significativa com o fim dos temores generalizados de load shedding da Eskom, uma alteração refletida na vida cotidiana, como a perda de relevância de um bar chamado 'Stage Six' perto da casa do autor. Esse progresso inspira otimismo para os portos do país, que há muito lutam com ineficiências. No porto de Durban, o Pier Two está agora sob o controle comercial da International Container Terminal Services, uma empresa com histórico comprovado em operações portuárias. Como o maior cais no maior porto sul-africano, seu sucesso poderia transformar a logística. Enquanto isso, em Moçambique, a empresa sul-africana Grindrod gerencia parte do Porto de Maputo, onde os volumes de carga subiram 3,4% para 32 milhões de toneladas, e os volumes ferroviários aumentaram 17%. Esse crescimento sugere uma mudança regional, possivelmente roteando exportações sul-africanas como platina ou carvão através de Maputo em vez de portos locais. Apesar desses avanços, preocupações persistem no Porto do Cabo. Nos últimos meses, fechamentos devido ao tempo resultaram na perda de 30 dias de exportação, impactando severamente os embarques de frutas. O consultor Basil Hanival, falando no The Money Show, observou ventos acima de 100 km/h, tornando as operações de guindastes inseguras, pois nenhum equipamento mundial funciona nessas condições. Durban tem suas próprias vulnerabilidades climáticas, incluindo as inundações de 2022 que viram contêineres flutuando rios abaixo. Exportadores de bens como cerejas, carros e até papel higiênico não podem atrasar embarques indefinidamente. Embora as melhorias possam vir rapidamente, seus benefícios podem não ser imediatamente perceptíveis, assim como o fim sutil dos apagões.