Geleiras
Rochas rosadas revelam massa de granito oculta sob a geleira da Antártica
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Pedregulhos de granito rosa brilhante nas Montanhas Hudson, na Antártica, revelaram um enorme corpo de granito enterrado sob a Geleira Pine Island. A estrutura mede quase 100 km de largura e 7 km de espessura. Os pesquisadores associaram as rochas, datadas de 175 milhões de anos atrás, a essa característica subglacial usando pesquisas de gravidade.
Uma caverna de gelo na geleira Breiðamerkurjökull, na Islândia, desabou em 25 de agosto de 2024, matando o americano Jeffrey Ayco, de 30 anos, durante uma excursão de verão. Sua esposa grávida ficou gravemente ferida, o que levou a uma grande operação de resgate envolvendo centenas de voluntários. O incidente destaca os riscos do crescente setor de turismo em geleiras.
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Pesquisadores nos Alpes de Ötztal estão perfurando com urgência a geleira Weißseespitze para extrair dados climáticos antes que ela derreta. A geleira preserva camadas de poluentes e marcadores naturais de séculos passados, oferecendo informações sobre a atividade humana histórica e as mudanças ambientais. Temperaturas mais altas já apagaram registros a partir de 1600.
Cientistas registraram a geleira Hektoria, na Península Antártica, recuando 25 quilômetros em apenas 15 meses, o mais rápido na história moderna. Esse colapso rápido, até 10 vezes mais veloz que registros anteriores, levanta preocupações para outras geleiras e o aumento do nível do mar global. O evento começou no início de 2022 com a desintegração do gelo estabilizador.
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Um novo estudo indica que o Glaciar Thwaites na Antártica cruzou um ponto de inflexão irreversível, potencialmente acelerando a elevação global do nível do mar. Pesquisadores analisaram décadas de dados de satélite para chegar a essa conclusão. As descobertas destacam os riscos urgentes impostos pelas mudanças climáticas nas regiões polares.