Geleiras
Deputados argentinos aprovam reforma da lei das geleiras por 137 votos
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A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou uma reforma na Lei das Geleiras na madrugada desta quinta-feira, com 137 votos a favor, 111 contra e 3 abstenções. A mudança permite atividades extrativistas, como a mineração, em áreas anteriormente protegidas, gerando forte reação de ambientalistas e da população. Mais de 300.000 pessoas se uniram a uma ação coletiva de inconstitucionalidade, e o governador de La Pampa entrou com um mandado judicial.
Uma equipe internacional liderada pela Universidade de Portsmouth catalogou mais de 3.100 geleiras instáveis ao redor do mundo que podem acelerar repentinamente, provocando inundações, avalanches e outros perigos. Essas geleiras, concentradas em regiões como o Ártico e as montanhas Karakoram, afetam quase um quinto da área glacial global, apesar de representarem apenas 1 por cento de todas as geleiras. As mudanças climáticas estão alterando seu comportamento, tornando-as cada vez mais imprevisíveis.
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Uma caverna de gelo na geleira Breiðamerkurjökull, na Islândia, desabou em 25 de agosto de 2024, matando o americano Jeffrey Ayco, de 30 anos, durante uma excursão de verão. Sua esposa grávida ficou gravemente ferida, o que levou a uma grande operação de resgate envolvendo centenas de voluntários. O incidente destaca os riscos do crescente setor de turismo em geleiras.
Pesquisadores descobriram que ondas subaquáticas massivas e ocultas, desencadeadas pelo desprendimento de icebergs, intensificam significativamente o derretimento dos glaciares da Groenlândia. Usando um cabo de fibra ótica de 10 quilômetros, uma equipe internacional mediu essas ondas pela primeira vez. As descobertas revelam um poderoso efeito de mistura que traz água do mar quente em contato com as bases dos glaciares, acelerando a perda de gelo.
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Uma geleira na Península Antártica Oriental experimentou a perda de gelo mais rápida já documentada na era moderna. A Geleira Hektoria encurtou quase pela metade seu comprimento em apenas dois meses em 2023, perdendo oito quilômetros de gelo. Esse colapso rápido, impulsionado por sua planície de gelo abaixo do nível do mar, levanta preocupações sobre o aumento acelerado do nível do mar proveniente de geleiras antárticas maiores.