Após ordens do Tribunal Constitucional, incluindo processos por desacato contra o ministro da Saúde Guillermo Alfonso Jaramillo por déficits anteriores na UPC, o governo colombiano fixou o aumento da Unidad de Pago por Capitación (UPC) em 12,94% para 2026, aplicável aos regimes contributivo e subsidiado de saúde. Esse ajuste eleva o orçamento de garantia de US$ 89,8 trilhões para mais de US$ 101,3 trilhões, visando fechar lacunas entre regimes.
O Ministério da Saúde e Proteção Social anunciou a UPC para 2026, correspondente a um aumento de 12,94%, com base em um estudo técnico com contribuições da Comissão Consultiva de Benefícios, Custos e Tarifas de Seguro Saúde. Isso se insere nos esforços de fechamento de lacunas que equiparam os recursos do regime subsidiado a 95% dos contributivos, conforme diretrizes anteriores do Tribunal Constitucional como o Auto 007, que criticou os ajustes de 2024/2025 e provocou investigações contra o ministro da Saúde.
O aumento adiciona US$ 11,6 trilhões ao sistema de saúde, elevando o orçamento de garantia de US$ 89,8 trilhões em 2025 para mais de US$ 101,3 trilhões em 2026. A Comissão recomendou 9,03% para o regime contributivo e 16,49% para o subsidiado, com extras para dispersão geográfica (11,47%), cidades (15%), prêmio de San Andrés e grupos indígenas.
Os objetivos incluem fechar disparidades entre regimes, atender requisitos judiciais e atualizar custos técnicos. O Ministério enfatizou direcionar recursos a hospitais e clínicas além das EPS, com supervisão rigorosa, transparência e uso eficiente.