Um tribunal de Bogotá admitiu uma ação coletiva em agosto de 2025 contra mais de 50 entidades financeiras por supostos danos causados por atrasos na aplicação da reforma tributária do 4x1000.
A ordem do Sétimo Tribunal Civil do Circuito de Bogotá determinou a notificação ao público e a entidades como a Superintendência Financeira e o Ministério da Fazenda. Os réus incluem Bancolombia, Banco de Bogotá, Davivienda, Nu Colombia e Mercado Pago.
A reforma de 2022, sob a Lei 2277, isenta transações mensais de até 350 UVT do imposto 4x1000. Atrasos na interoperabilidade dos sistemas impediram a implementação efetiva, de acordo com reclamações da Nu Colombia.
Jonathan Malagón, presidente da Asobancaria, afirmou que o atraso decorre da exigência legal de participação plena de todas as entidades, e não de falta de disposição do setor. Marcela Torres, da Nu, observou que já se passaram mais de 500 dias sem a implementação.