Jaime Dussán, presidente da Colpensiones, anunciou reuniões e mesas técnicas com atores do setor para discutir o Decreto 0415 de 2026, que rege a transferência de 25 trilhões de pesos de fundos privados para a Colpensiones. Ele especificou que 20 trilhões de pesos irão para os contribuintes atuais e 5 trilhões de pesos para os pensionistas. Ele observou que cerca de 109.000 pessoas foram transferidas, com quase 24.000 já recebendo pagamentos mensais.
Em entrevista à La FM, Jaime Dussán explicou que o decreto estabelece mecanismos para que os fundos privados transfiram recursos em TES, já que eles não possuem fundos bancários disponíveis. "Eles nos disseram que não têm fundos para transferência bancária. A Colpensiones os recebe em TES para depositá-los em contas da Fiduprevisora", especificou.
Dussán enfatizou que esses recursos já deveriam estar na Colpensiones, mas ainda não chegaram. "Precisamente esses recursos já deveriam estar nas contas da Colpensiones, mas ainda não entraram." Uma vez transferidos, serão administrados pelo Governo Nacional por meio de um fundo gerido pelo Banco de la República, aguardando a Lei 2381 e as revisões da Corte Constitucional.
Atualmente, a Colpensiones paga pensões usando fundos do Orçamento Geral da Nação (PGN) e contribuições, excedendo 78 trilhões de pesos, sem problemas de pagamento. "Não temos dificuldade em pagar pensões. À medida que mais recursos chegarem, os fundos do PGN diminuirão", afirmou.
O executivo anunciou uma reunião iminente com o Ministério do Trabalho e a Superintendência Financeira às 15h30 em Bogotá para implementar o decreto.