Júris na Califórnia e no Novo México consideraram, na semana passada, a Meta e o YouTube, da Alphabet, responsáveis por danos a usuários jovens, concedendo um total de mais de US$ 381 milhões em indenizações. Os casos focaram em recursos das plataformas em vez de conteúdo de terceiros, desafiando as proteções de longa data da Seção 230. Advogados das empresas prometeram recorrer das decisões.
Um júri da Califórnia concedeu US$ 6 milhões a uma jovem identificada como KGM. A autora da ação argumentou que recursos do Instagram e do YouTube, incluindo a rolagem infinita, reprodução automática e notificações, causaram seu vício. As provas incluíram documentos internos da Meta que apoiam essas alegações contra os designs das plataformas voltados ao engajamento de usuários jovens.