Tunku Ismail Sultan Ibrahim expressing doubt at a press conference about FIFA sanctions on Malaysian football players and association.
Tunku Ismail Sultan Ibrahim expressing doubt at a press conference about FIFA sanctions on Malaysian football players and association.
Imagem gerada por IA

Tunku Ismail duvida que a FIFA anule sanções a jogadores da Malásia

Imagem gerada por IA

Tunku Ismail Sultan Ibrahim expressou ceticismo quanto à possibilidade de a FIFA reverter sanções contra a associação de futebol da Malásia e sete jogadores naturalizados por violações de elegibilidade. Falando em uma coletiva de imprensa em 25 de outubro de 2025 em Petaling Jaya, ele enfatizou a responsabilidade compartilhada na FAM e questionou a origem da queixa. As penalidades incluem suspensões de um ano para os jogadores e uma multa de cerca de RM1,8 milhão para a FAM.

O proprietário do Johor Darul Ta’zim e ex-presidente da Football Association of Malaysia, Tunku Ismail Sultan Ibrahim, abordou a controvérsia em curso com a FIFA sobre sete jogadores de herança durante uma coletiva de imprensa no sábado em Petaling Jaya. Ele afirmou que não espera que a FIFA reverta sua decisão, embora as penalidades possam ser atenuadas.

"Não acho que a FIFA mudará sua decisão. No máximo, a penalidade pode ser atenuada. Eles poderiam impor multas, deduzir pontos do Harimau Malaya ou suspender os jogadores envolvidos", disse Tunku Ismail, conforme relatado por vários veículos, incluindo New Straits Times e The Star.

As sanções decorrem da constatação da FIFA de que os documentos submetidos para elegibilidade dos jogadores continham informações falsas, levando a suspensões de um ano para Rodrigo Holgado, Imanol Machuca, Joao Figueiredo, Jon Irazabal, Hector Hevel, Facundo Garcés e Gabriel Palmero. A FAM foi multada em 350.000 francos suíços, aproximadamente RM1,8 milhão, com multas adicionais aos jogadores elevando o total para perto de RM2 milhões.

Tunku Ismail enfatizou a responsabilidade coletiva na FAM, discordando da suspensão do secretário-geral Noor Azman Rahman. "Não concordo com a suspensão de Noor Azman. Na verdade, muitas pessoas estavam envolvidas na assinatura desses jogadores. Para mim, todos devem assumir a responsabilidade, incluindo o CEO do (time Harimau Malaya) e aqueles na gestão", disse ele.

Ele observou que agentes apresentaram uma lista de 27 ou 28 jogadores no ano passado, com apenas sete aprovados pela FAM e pelo departamento de registro nacional, que ele aprovou sem revisar todos os detalhes. Tunku Ismail defendeu o status dos jogadores, chamando a ação da FIFA de 'estranha' já que a Confederação Asiática de Futebol confirmou que nenhuma queixa veio da Federação de Futebol do Vietnã.

"Dizer que os jogadores falsificaram não é verdade de forma alguma. Eles são malaios, e isso está em nossa constituição", acrescentou, atribuindo quaisquer problemas a erros administrativos em vez de falsificação. A FAM está apelando da decisão, com um veredicto esperado até 30 de outubro, e planeja continuar os esforços legais independentemente do resultado.

Artigos relacionados

Illustration of sanctioned Malaysian football players looking dejected on the field, representing FIFA's upheld bans over document forgery scandal.
Imagem gerada por IA

FIFA mantém sanções ao futebol malaio por documentos falsificados

Reportado por IA Imagem gerada por IA

O Comité de Recurso da FIFA rejeitou o desafio da Federação de Futebol de Malásia (FAM), confirmando proibições para sete jogadores naturalizados e uma multa para a federação num escândalo de falsificação de documentos. Os jogadores, que usaram registos falsificados para reclamar herança malaia, enfrentam cada um uma suspensão de 12 meses de atividades futebolísticas. A FAM planeia recorrer ao Tribunal Arbitral do Desporto.

O Comité de Recurso da FIFA rejeitou o recurso da Federação de Futebol da Malásia (FAM), mantendo as sanções contra a federação e sete jogadores naturalizados por uso de documentos falsificados. Os jogadores, que participaram numa vitória por 4-0 sobre o Vietname em junho, enfrentam suspensões de 12 meses a partir de 26 de setembro de 2025. A FAM planeia recorrer para o Tribunal Arbitral do Desporto.

Reportado por IA

A Federação de Futebol da Malásia (FAM) aguarda um veredicto do Comité de Recurso da FIFA sobre sanções impostas por documentos falsificados para sete jogadores de herança. O caso envolve violações que podem afetar a liderança da Malásia nas eliminatórias para a Taça da Ásia de 2027. A Confederação Asiática de Futebol (AFC) espera uma resolução antes de 31 de março de 2026 para evitar perturbações no sorteio do torneio.

O presidente da FIFA Gianni Infantino pediu desculpas por uma piada controversa sobre fãs de futebol britânicos na Copa do Mundo do Qatar 2022, descrevendo-a como uma observação leve para destacar a natureza pacífica do evento. Em entrevista à Sky News, ele defendeu a concessão do primeiro Prêmio da Paz da FIFA ao presidente dos EUA Donald Trump e pediu o levantamento da proibição à Rússia em competições de futebol internacionais. Seus comentários atraíram críticas acentuadas da Ucrânia em meio à guerra em curso.

Reportado por IA

Indonesia's U-16 futsal team secured a dramatic victory over Thailand in the 2025 AFF U-16 Futsal Cup final, but a rough play incident drew widespread attention. An Indonesian player was thrown to the floor after being pulled aggressively by an opponent, going viral on social media. The Indonesian coach sharply criticized the referee's decisions.

A FIFA proibiu o clube saudita Al-Nassr de registar novos jogadores a partir de 19 de dezembro, com a sanção a vigorar até ser levantada. A medida, provavelmente devido a taxas de transferência não pagas pelo defesa Aymeric Laporte, adiciona incerteza aos planos do clube para a janela de janeiro. É a segunda proibição desse tipo para o Al-Nassr em menos de dois anos.

Reportado por IA

Uma queixa apresentada ao Tribunal Penal Internacional acusa o presidente da FIFA Gianni Infantino e o presidente da UEFA Aleksander Ceferin de auxiliar crimes de guerra e crimes contra a humanidade relacionados com assentamentos israelitas em território palestino ocupado. O documento de 120 páginas, submetido a 16 de fevereiro por grupos de advocacy e partes interessadas palestinas, foca na inclusão de clubes de futebol israelitas baseados em assentamentos em ligas oficiais. A UEFA rejeitou as alegações como infundadas, enquanto a FIFA não respondeu.

 

 

 

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar