Biologia Evolutiva

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Pesquisadores taiwaneses construíram um modelo em tamanho real de um ninho de oviraptor para investigar como esses dinossauros incubavam seus ovos. Seus experimentos indicam um método híbrido que envolve o calor dos pais e a luz solar, diferente das aves modernas. Essa abordagem explica o aquecimento desigual e a eclosão assíncrona nos ninhos.

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Cientistas da EPFL desenvolveram uma técnica chamada optovolução, utilizando luz para evoluir proteínas que alternam estados, detetam ambientes e realizam computações. Ao engenharem células de levedura para sobreviverem apenas se as proteínas se comportarem dinamicamente, o método seleciona variantes ótimas rapidamente. A abordagem, publicada na Cell, avança a biologia sintética e a optogenética.

Pesquisadores da University of St Andrews descobriram uma mudança genética chave que provavelmente permitiu que animais com coluna vertebral desenvolvessem maior complexidade. Ao examinar sea squirts, lampreias e sapos, descobriram que certos genes começaram a produzir muito mais variações de proteínas durante a transição para vertebrados. Esta descoberta, publicada na BMC Biology, lança luz sobre as origens de tecidos e órgãos diversos em espécies de peixes a humanos.

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Um estudo da Universidade de Cambridge classifica os humanos entre os mamíferos mais monogâmicos, mais próximos de castores e suricatos do que de chimpanzés. Ao analisar proporções de irmãos completos em espécies e sociedades humanas, os pesquisadores descobriram que o vínculo de casal a longo prazo é incomumente prevalente em nossa espécie. Mesmo em culturas que permitem poligamia, a monogamia humana excede a da maioria dos outros mamíferos.

 

 

 

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