Biologia Evolutiva

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Pesquisadores do Earlham Institute identificaram uma espécie de protista anteriormente desconhecida que reatribui dois códons de parada genéticos para codificar aminoácidos, marcando um raro desvio das regras padrão da vida.

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Pesquisadores descobriram que borboletas e mariposas com parentesco distante usam os mesmos dois genes, ivory e optix, há mais de 120 milhões de anos para criar padrões de cores de alerta semelhantes em suas asas. Essa descoberta sugere que a evolução pode seguir caminhos genéticos previsíveis em vez de ser inteiramente aleatória. O estudo focou em espécies das florestas tropicais da América do Sul.

Pesquisadores do MIT encontraram evidências de que algumas formas de vida primitiva começaram a usar oxigênio centenas de milhões de anos antes de se acumular na atmosfera da Terra. O estudo rastreia uma enzima chave processadora de oxigênio à era Mesoarqueana, sugerindo que micróbios consumiam oxigênio produzido por cianobactérias. Esta descoberta desafia as compreensões anteriores sobre a linha do tempo da respiração aeróbica.

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Uma equipa de investigadores do Japão, Malásia, Reino Unido e Alemanha sugeriu que a vida na Terra pode ter começado em materiais pegajosos semelhantes a géis aderidos a rochas, em vez de dentro de células. Esta hipótese de «gel pré-biótico primeiro» postula que estes géis primitivos, semelhantes aos biofilmes microbianos modernos, forneceram um ambiente protegido para as primeiras reações químicas evoluírem para sistemas complexos. A ideia, publicada em ChemSystemsChem, tem também implicações para a busca de vida noutros planetas.

 

 

 

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