Longevidade
Estudo da OHSU descobre que sono curto está fortemente associado a menor expectativa de vida em condados dos EUA
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Uma nova análise da Oregon Health & Science University de dados de condados dos EUA de 2019 a 2025 descobriu que dormir regularmente menos de sete horas por noite está associado a uma expectativa de vida mais curta. Nos modelos dos pesquisadores, o vínculo sono-longevidade foi mais forte do que as associações observadas para dieta, atividade física e isolamento social, e só foi superado pelo tabagismo.
Uma nova análise sugere que variar rotinas de exercícios, como misturar corrida, ciclismo e natação, pode reduzir o risco de mortalidade em 19 por cento em comparação com treinos menos diversificados, mesmo quando os níveis totais de atividade são semelhantes. Pesquisadores examinaram dados de mais de 110.000 participantes dos EUA acompanhados por mais de três décadas. Os achados destacam benefícios potenciais da variedade de exercícios, embora permaneçam sugestivos em vez de conclusivos.
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Pesquisadores da Universidade de São Paulo investigam por que alguns brasileiros vivem além dos 110 anos, destacando a diversidade genética do país como chave para entender o envelhecimento extremo. Seu estudo revela variantes genéticas únicas e sistemas imunológicos resilientes em supercentenários que frequentemente prosperam sem cuidados médicos modernos. Este trabalho desafia visões tradicionais do envelhecimento como declínio, retratando-o como resiliência biológica.