Astrônomos capturam imagens detalhadas de explosões de novas

Uma equipe usando o CHARA Array na Georgia State University produziu imagens de alta resolução das etapas iniciais de duas explosões de novas detectadas em 2021. Essas imagens, criadas por meio de interferometria no infravermelho próximo, revelam as condições em rápida evolução logo após as explosões. As descobertas indicam que as novas não foram eventos simples isolados.

Em um avanço para a astrofísica, pesquisadores do Center for High Angular Resolution Astronomy (CHARA Array), operado pela Georgia State University, imaginaram as fases iniciais de duas explosões de novas. Esses eventos estelares, avistados pela primeira vez em 2021, envolvem anãs brancas que sofrem explosões termonucleares em suas superfícies, levando a brilhos dramáticos visíveis da Terra. O CHARA Array conseguiu isso empregando interferometria no infravermelho próximo, uma técnica que combina luz coletada de múltiplos telescópios para formar imagens nítidas e detalhadas. Esse método permitiu que a equipe observasse o ambiente em rápida mudança imediatamente após as explosões, fornecendo clareza sem precedentes sobre como esses fenômenos se desenrolam. As novas diferem das supernovas porque a anã branca sobrevive à erupção, podendo repetir o ciclo. As imagens de alta resolução desafiam a ideia de novas como detonação impulsivas isoladas, sugerindo dinâmicas mais complexas em jogo. Embora as implicações exatas para a evolução estelar ainda estejam em estudo, este trabalho aprimora nossa compreensão desses fogos de artifício cósmicos recorrentes. As observações se baseiam em esforços contínuos na astronomia para sondar atividades estelares distantes com ferramentas interferométricas avançadas. Detalhes publicados destacam o papel do CHARA Array em preencher lacunas observacionais na pesquisa de novas.

Artigos relacionados

Pela primeira vez, cientistas detectaram ondas de rádio de uma supernova do Tipo Ibn, revelando os últimos anos da vida de uma estrela massiva. Os sinais mostram que a estrela eliminou material significativo pouco antes de explodir, provavelmente devido a uma estrela companheira. Esta descoberta oferece um novo método para estudar mortes estelares usando telescópios de rádio.

Reportado por IA

Astrónomos usando o Telescópio Espacial James Webb detetaram a luz de uma estrela massiva que explodiu cerca de mil milhões de anos após o nascimento do universo. Esta supernova de tipo II, chamada SN Eos, oferece insights sobre as populações estelares iniciais durante as idades escuras cósmicas. A descoberta marca o evento mais antigo desse tipo confirmado por espectroscopia.

Astrônomos observaram uma estrela massiva na galáxia de Andrômeda próxima que parece ter desaparecido sem explodir, potencialmente formando um buraco negro em uma supernova falhada. Observações recentes de telescópios revelam um remanescente fraco envolto em poeira, embora explicações alternativas como fusão estelar permaneçam possíveis. Este evento raro destaca novas percepções sobre os destinos de estrelas massivas.

Reportado por IA

Astrônomos resolveram o mistério dos estranhos pontos vermelhos avistados em imagens do Telescópio Espacial James Webb, identificando-os como buracos negros jovens que crescem rapidamente dentro de nuvens densas de gás. Esta descoberta, liderada por pesquisadores da Universidade de Copenhague, explica como buracos negros supermassivos puderam se formar tão cedo na história do universo. Os achados foram publicados na Nature em 14 de janeiro.

 

 

 

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar