Cometas
Um cometa vindo de fora do nosso sistema solar apresenta níveis drasticamente mais elevados de água rica em deutério do que qualquer objeto visto localmente. As descobertas sugerem que ele se formou sob condições muito mais frias do que as encontradas em nossa própria vizinhança planetária. Os pesquisadores utilizaram observações de dois grandes telescópios para realizar as medições.
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Astrônomos detectaram que o cometa 41P/Tuttle-Giacobini-Kresák inverteu sua direção de rotação, marcando a primeira mudança rápida desse tipo observada em um corpo celeste. O cometa de 1 quilômetro de largura desacelerou de uma rotação de 20 horas em março de 2017 para 46 a 60 horas dois meses depois, acelerando para cerca de 14 horas em dezembro. Pesquisadores sugerem que a desgaseificação do gelo sublimado causou a reversão.
O cometa interestelar 3I/ATLAS, que recentemente passou pelo seu ponto mais próximo do sol, mostra níveis incomumente altos de dióxido de carbono que podem provenir de bilhões de anos de exposição a raios cósmicos. Essa alteração pode impedir que os cientistas rastreiem seu sistema estelar natal. Observações futuras podem revelar material mais pristino sob sua superfície.
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Pela primeira vez, astrônomos estão observando um sistema de anéis se formando em tempo real ao redor do objeto semelhante a um cometa Chiron. Este corpo distante, orbitando entre Saturno e Urano, mostra anéis em mudança a cada observação. A descoberta pode revelar como tais sistemas se desenvolvem no sistema solar externo.