Direitos Indígenas
Cop30 termina em Belém com avanços limitados no clima
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A Cop30 concluiu em Belém no sábado (22) com decisões sobre adaptação climática, financiamento e direitos indígenas, mas sem acordos para eliminar combustíveis fósseis ou desmatamento. A conferência, primeira no Brasil, atraiu participantes de mais de 190 países e revitalizou o patrimônio histórico da cidade. Apesar de frustrações, afetados pela crise climática destacam a importância de persistir no fórum.
Billie Eilish mexeu no vespeiro nos Grammys com uma ousada menção à imigração e terras roubadas, mas a tribo Tongva na verdade está lhe agradecendo. Apesar de manchetes quentes sugerindo reação negativa, o grupo indígena contatou sua equipe com apreço. No final, o drama é mais um erro da mídia do que sombra tribal.
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Novo white paper do Climate Cardinals destaca como a ciência climática e alertas de desastres dominados pelo inglês excluem grande parte do mundo, particularmente povos indígenas. Em 2023, incêndios florestais em Yellowknife, Canadá, forçaram a evacuação de mais de 19.000 pessoas, com alertas emitidos apenas em inglês e francês, não nas nove línguas indígenas oficiais. O relatório pede um fundo global para apoiar traduções de dados e avisos climáticos.
O governo finlandês divulgou um relatório de Verdade e Reconciliação que documenta danos históricos ao povo indígena sámi, com as mudanças climáticas no centro. As conclusões destacam como temperaturas mais quentes e desenvolvimento ameaçam meios de subsistência tradicionais como a criação de renas. As recomendações pedem maior autoridade sámi sobre a terra para lidar com esses problemas interligados.
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Em 2025, o presidente Donald Trump tem promovido agressivamente a mineração em águas profundas para minerais críticos no Oceano Pacífico, impulsionando empresas como The Metals Company apesar de preocupações ambientais e indígenas. Essa medida ignora regulamentações internacionais e advocacia local, mirando vastas áreas ricas em cobalto e níquel. Cientistas alertam para danos ecológicos duradouros, enquanto grupos indígenas lutam para proteger laços culturais com o oceano.
A frustração explodiu nas negociações climáticas da ONU em Belém, Brasil, quando manifestantes ocuparam brevemente partes da área de negociação na noite de terça-feira. O incidente destacou tensões mais profundas no processo da COP30, onde regras burocráticas e desigualdades impedem ações climáticas urgentes. As negociações foram retomadas no dia seguinte após ferimentos leves e fechamentos temporários.
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Protestantes indígenas bloquearam a entrada da COP30 em Belém, Brasil, criticando as novas iniciativas de proteção à floresta tropical do Brasil como insuficientes. As manifestações destacam a exclusão contínua das vozes indígenas das negociações globais sobre clima. Ativistas exigem maior reconhecimento de seus direitos territoriais e papéis como guardiões da biodiversidade.
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