Celina Leão shakes hands with Edison Garcia at podium during BRB bank board chair nomination announcement in Brasília.
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Celina Leão indica Edison Garcia para presidir conselho do BRB

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A governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão, indicou Edison Garcia, atual presidente da CEB, para presidir o Conselho de Administração do Banco de Brasília (BRB), substituindo Marcelo Talarico, que se recusou a deixar o cargo. A mudança ocorre em meio a investigações sobre fraudes envolvendo carteiras de crédito do Banco Master. O processo de transição deve durar cerca de um mês.

A indicação de Edison Garcia para o Conselho de Administração (Consad) do BRB foi feita por Celina Leão (PP), governadora em exercício do Distrito Federal, via ofício. Garcia, que preside a Companhia Energética de Brasília (CEB) desde 2019, liderou a venda da subsidiária CEB Distribuição por R$ 2,515 bilhões e atuou como conselheiro da Petrobras.

Marcelo Talarico, atual presidente do Consad, recusou-se a deixar a função e pretendia cumprir o mandato até o fim, conforme reportado pelo Metrópoles. A destituição de Talarico ocorrerá em assembleia, seguida da eleição de Garcia, com o processo estimado em um mês.

Celina também indicou Joaquim Lima de Oliveira, em substituição a Luis Fernando de Lara Resende, e Sérgio Ricardo Miranda Nazaré para o conselho. O Consad do BRB é responsável por fixar atribuições, fiscalizar a gestão da diretoria e subsidiárias, e aprovar nomeações de executivos.

Essa movimentação sucede a posse de Nelson Antônio de Souza como presidente do BRB em novembro de 2025, após a Operação Compliance Zero, que apura fraudes em carteiras de crédito adquiridas do Banco Master, liquidado em extrajudicial pelo Banco Central. A Polícia Federal investiga prejuízos de até R$ 12 bilhões, embora o ex-presidente Paulo Henrique Costa afirme que o saldo negativo é inferior a R$ 2 bilhões.

O BRB contratou a auditoria Machado Meyer e a consultoria Kroll para analisar impactos, e conta com possível aporte do governo do DF em caso de prejuízo. Além disso, o Tribunal de Contas da União (TCU) iniciará inspeção até 15 de janeiro de 2026 sobre a liquidação do Master, abrangendo a gestão anterior de Roberto Campos Neto no BC, com duração de 15 a 20 dias.

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