Illustration of a luxurious Brasília mansion bought with diverted Banco Master loan, amid federal police fraud probe.
Imagem gerada por IA

Vorcaro used Master bank loan to buy mansion in Brasília

Imagem gerada por IA

Daniel Vorcaro, owner of Banco Master, used a diverted loan from the bank to purchase a R$36 million mansion in Brasília's Lago Sul. The acquisition was through a company connected to his brother-in-law, part of a fraud network probed by federal police. Experts highlight irregularities that may breach financial transparency rules.

Daniel Vorcaro, controller of Banco Master, acquired a R$36.1 million mansion in Brasília's Lago Sul using a diverted loan from the institution itself. The deal happened on May 8, 2024, through Super Empreendimentos e Participação, a company where his brother-in-law Fabiano Zettel was part of the ownership until July 23, 2024, serving as director.

Super is among 35 companies suspected of securing fraudulent loans from Master to support a network of funds that, per Central Bank investigators, diverted funds to straw men and looped back to the bank. The Termópilas fund, controlling Super since December 2023, has Astralo 95 as its sole investor, flagged by the BC in the fraud scheme. Super's share capital jumped from R$16 million to R$2.6 billion in July 2024.

On April 11, 2025, Super resold the mansion to Prime Aviation 4 Participações, part of the Prime You group where Vorcaro is a partner, at the same price, dodging taxable capital gains. Vorcaro's defense states the ties to Super are purely commercial, involving asset buys, sales, and rental contracts, noting Zettel's relation is public knowledge.

FGV Direito Rio researcher Layla McClaskey deems the deal problematic, breaching loyalty, diligence, and transparency in related-party transactions under CVM and tax rules. "The operation simulates an investment but isn't one, amounting to fraud," she summarizes. An anonymous ex-CVM official suggests the setup allowed extracting bank funds beyond dividend limits.

Zettel was targeted in the second phase of Operação Compliance, launched January 14, 2026, by federal police, and briefly arrested while attempting to fly to Dubai. Meanwhile, investor Nelson Tanure, also hit in the raid for R$2.5 billion investments in Master since 2020, downplays ties as commercial and cites bearable losses. The scandal extends to bodies like STF, BC, and TCU, bolstering congressional CPI calls.

O que as pessoas estão dizendo

X users react with outrage and sarcasm to reports that Daniel Vorcaro used a diverted Banco Master loan to buy a R$36 million mansion in Brasília's Lago Sul via a relative's company, amid federal police fraud probes. Discussions highlight elite impunity, asset shielding during the bank's collapse, and political connections, with calls for accountability from diverse accounts including politicians and journalists.

Artigos relacionados

Illustration of banker Daniel Vorcaro denying fraud to Federal Police at STF amid financial documents.
Imagem gerada por IA

Vorcaro nega fraude em créditos do Banco Master à PF

Reportado por IA Imagem gerada por IA

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, negou à Polícia Federal ter fraudado carteiras de crédito no valor de R$ 12,2 bilhões vendidas ao BRB, afirmando não saber quais eram bons ou ruins. As carteiras, adquiridas da consultoria Tirreno, teriam origem em empréstimos consignados via associações de servidores da Bahia, mas indícios apontam para forjamento para inflar o balanço do banco. O depoimento ocorreu em 30 de dezembro de 2025 no STF, sob relatoria de Dias Toffoli.

A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro, preso na semana passada ao tentar fugir para Abu Dhabi, negou a existência de uma fraude de R$ 12,2 bilhões envolvendo o Banco Master. Os advogados afirmam que o banco agiu de boa-fé, substituindo carteiras de crédito problemáticas vendidas ao BRB e registrando operações na B3. A Polícia Federal e o Banco Central, porém, apontam indícios de consignados forjados, levando à liquidação extrajudicial da instituição.

Reportado por IA

A família de Daniel Vorcaro, banqueiro ligado ao Banco Master, controla 80% de um projeto de créditos de carbono em terras públicas na Amazônia, que inflou fundos de investimento em mais de R$ 45,5 bilhões de forma irregular. Documentos revelam a participação da Alliance Participações, gerida pelo pai e pela irmã de Vorcaro, em um esquema investigado pela Polícia Federal. Paralelamente, o BRB planeja vender ativos recuperados do Master para fortalecer sua posição financeira.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, negou ter pressionado o presidente do Banco Central em favor do Banco Master, envolvido em fraudes bilionárias. Reportagens indicam contatos entre Moraes e Gabriel Galípolo, mas ambos afirmam que as reuniões trataram da Lei Magnitsky. O caso ganhou destaque com ligações ao Judiciário e exigências de investigação por opositores.

Reportado por IA

O ministro Dias Toffoli, relator do inquérito sobre a fraude de R$ 12 bilhões envolvendo o Banco de Brasília (BRB) e o Banco Master, elaborou 81 perguntas detalhadas ao banqueiro Daniel Vorcaro, interrogado em 30 de dezembro. As questões exploram transações suspeitas, falhas na supervisão do Banco Central e possíveis ligações políticas. Toffoli retirou o sigilo dos depoimentos para avançar nas investigações.

O Banco Central aprovou em julho de 2025 a transferência de controle do Banco Voiter para Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master, mesmo com suspeitas de fraudes em carteiras de crédito já levantadas pela autarquia em março daquele ano. Lima foi preso em novembro na Operação Compliance Zero por envolvimento em esquema fraudulento ligado a associações baianas. O caso expõe contradições na análise regulatória do BC em meio a investigações em curso.

Reportado por IA

Pedidos de criação de CPIs para investigar o escândalo do Banco Master obtiveram apoio de oposição, centrão e até aliados do governo Lula. Há três requerimentos com assinaturas suficientes, mas a instalação depende de decisão dos presidentes do Congresso. O foco inclui negociações com o BRB e irregularidades em fundos de investimento.

 

 

 

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar