Galáxias

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Astrônomos utilizando o Telescópio Espacial James Webb identificaram uma galáxia massiva que não apresenta rotação, formada menos de 2 bilhões de anos após o Big Bang. A descoberta desafia os modelos atuais de evolução das galáxias.

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Uma equipe internacional de astrônomos determinou que o disco de formação estelar da Via Láctea termina entre 35.000 e 40.000 anos-luz do centro galáctico. Utilizando o mapeamento da idade das estrelas, eles encontraram um padrão em formato de U, onde a formação estelar cai drasticamente além desse limite. As estrelas situadas mais longe são, em sua maioria, migrantes mais velhos que derivaram das regiões internas.

Astrônomos observaram diretamente o colapso de uma estrela massiva na Galáxia de Andrômeda em um buraco negro sem explodir como supernova. A estrela, conhecida como M31-2014-DS1, desapareceu ao longo de vários anos, deixando para trás detritos brilhantes detectáveis em luz infravermelha. Este evento fornece insights detalhados sobre a formação de buracos negros estelares.

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Astrônomos observaram um buraco negro supermassivo na galáxia VV 340a lançando um jet oscilante que expulsa gás formador de estrelas a uma taxa de cerca de 19 massas solares por ano. Esse processo, capturado usando múltiplos telescópios incluindo o James Webb Space Telescope, demonstra como buracos negros podem regular a evolução de galáxias limitando a formação de novas estrelas. A precessão do jet, semelhante a um pião girando, aumenta sua interação com o gás circundante.

 

 

 

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