Microbioma
Estudo liderado por Harvard mapeia metabólitos intestinais que podem moldar risco de obesidade e diabetes
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Pesquisadores da Universidade de Harvard e colaboradores no Brasil identificaram metabólitos produzidos por bactérias intestinais que viajam pela veia porta até o fígado e parecem influenciar o uso de energia e a sensibilidade à insulina em camundongos. Os achados, publicados em Cell Metabolism, sugerem possíveis novas estratégias para prevenir ou tratar obesidade e diabetes tipo 2 ao mirar a comunicação intestino-fígado.([sciencedaily.com](https://www.sciencedaily.com/releases/2025/12/251214100926.htm?utm_source=openai))
Elizabeth Hohmann, especialista em doenças infecciosas no Massachusetts General Hospital, passa seus dias avaliando potenciais doadores de fezes para transplantes fecais que tratam infecções intestinais teimosas. Com apenas cerca de um por cento dos candidatos qualificando-se, o processo é desafiador, mas recompensador. Seu trabalho restaurou a saúde de pacientes que antes não conseguiam funcionar normalmente.
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Um pequeno ensaio clínico mostra que transplantes de microbiota fecal podem melhorar os resultados em pacientes com cancro do rim em drogas de imunoterapia. Os participantes que receberam transplantes experimentaram maior estabilidade do cancro e maior redução tumoral em comparação com aqueles que receberam placebos. A abordagem visa o microbioma intestinal para impulsionar respostas imunes contra tumores.
Pesquisadores na Finlândia descobriram que transplantar bactérias intestinais de crianças pequenas extrovertidas em ratos leva a um comportamento mais exploratório nos animais. Isso sugere que o microbioma pode influenciar o desenvolvimento emocional no início da vida. O estudo destaca um potencial elo intestino-cérebro via dopamina.
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Pesquisadores da Universidade do Estado do Arizona relatam que pessoas que produzem mais metano no intestino tendem a extrair mais energia metabolizável de uma dieta rica em fibras, apontando para diferenças no microbioma que poderiam informar a nutrição personalizada. O trabalho aparece no The ISME Journal (2025) e foi destacado pela ASU em 24 de outubro de 2025.