STF
Moraes suspende lei da dosimetria até plenário do stf decidir
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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu neste sábado suspender a aplicação da Lei da Dosimetria, que reduz penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro. A medida aguarda análise do plenário da Corte sobre a constitucionalidade da norma promulgada pelo Congresso na sexta-feira. Reações de políticos de oposição e governo se seguiram rapidamente.
O ministro Kassio Nunes Marques foi sorteado nesta segunda-feira (11) como relator do pedido de revisão criminal apresentado pela defesa de Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal. O processo busca anular a condenação do ex-presidente por tentativa de golpe de Estado.
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Lideranças do PL se reuniram com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, na noite de 5 de maio para tratar da crise na sucessão do governo do Rio após a renúncia de Cláudio Castro. O encontro ocorreu em meio a ameaças de obstrução no Congresso para pressionar o STF. Alcolumbre pediu cautela e indicou busca por diálogo.
O ministro do STF Flávio Dino defendeu em artigo publicado no Correio Braziliense penas mais altas para crimes como corrupção e peculato cometidos por membros do sistema de Justiça. Ele propõe afastamento imediato após denúncia e perda do cargo em caso de condenação. A sugestão surge em meio a debates sobre reforma do Judiciário.
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O procurador-geral da República, Paulo Gonet, enviou nesta sexta-feira ao Supremo Tribunal Federal parecer favorável ao pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro para deixar a prisão domiciliar e realizar cirurgia no ombro direito. O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, havia solicitado a manifestação em cinco dias. Gonet afirmou que a PGR não se opõe ao pedido, com adoção de medidas cautelares necessárias.
O ministro do STF Gilmar Mendes enviou nesta quarta-feira (15) um ofício ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, pedindo a apuração de condutas do senador Alessandro Vieira por possível abuso de autoridade. Vieira, relator da CPI do Crime Organizado, propôs o indiciamento de Mendes e outros ministros em relatório rejeitado pela comissão. Mendes argumenta que a proposta configura desvio de finalidade e ilegalidade.
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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado rejeitou nesta terça-feira (14/4) o relatório final do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), que propunha o indiciamento de três ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do procurador-geral da República. O parecer foi derrubado por 6 votos a 4 após mudanças na composição do colegiado. As substituições favoreceram nomes alinhados ao governo, alterando o resultado da votação.
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