Uma análise genética de mais de mil genomas britânicos antigos mostra que a conquista romana deixou apenas uma pequena marca na ancestralidade da ilha, apesar das grandes mudanças culturais.
Pesquisadores do Francis Crick Institute examinaram os genomas de 1039 indivíduos enterrados na Grã-Bretanha desde a Idade do Bronze, em 2550 a.C., até 1150 d.C. O estudo descobriu que a maioria das pessoas que viveu sob o domínio romano de 43 a 410 d.C. traçava toda a sua ancestralidade à Grã-Bretanha da Idade do Ferro, com apenas 20 por cento apresentando contribuição genética externa detectável.