Pausa de abril na F1 desafia a Red Bull em meio a cancelamentos de corridas

O cancelamento dos grandes prêmios do Bahrein e de Jeddah devido à guerra no Irã criou um intervalo de cinco semanas entre as etapas de Suzuka e Miami. A Red Bull vê a pausa como uma faca de dois gumes, oferecendo tempo para atualizações, mas prejudicando o desenvolvimento do motor. A Aston Martin enxerga pontos positivos e negativos em meio aos seus problemas com a unidade de potência.

O calendário da Fórmula 1 mudou após as etapas do Oriente Médio, no Bahrein e em Jeddah, serem descartadas devido à guerra em curso no Irã. Isso deixa um intervalo de cinco semanas entre o Grande Prêmio de Suzuka, neste fim de semana, e o evento de Miami, no início de maio, provocando reações variadas de equipes que lutam no início da temporada. A Red Bull enfrentou um difícil Grande Prêmio da China, onde Max Verstappen e Isack Hadjar foram superados na classificação por Pierre Gasly, da Alpine. A equipe não marcou pontos na corrida sprint, e Verstappen abandonou a prova, em sexto lugar, devido a um problema de resfriamento do ERS enquanto disputava a quinta posição contra Oliver Bearman e Gasly. Hadjar observou: “Com certeza, precisamos de mais aderência”, acrescentando que a pausa permite atualizações e evita a perda de pontos, embora desfavoreça o novo motor Red Bull Ford Powertrain. “Quanto mais corremos, mais entendemos”, disse ele. Verstappen reconheceu o desafio: “Outros também trazem desempenho, certo?”. A Aston Martin enfrenta problemas na unidade de potência com seu novo motor Honda, incluindo vibrações que danificam baterias e levantam preocupações com a saúde dos pilotos. O diretor de pista Mike Krack descreveu a dualidade da pausa: “Estar na pista permite descobrir coisas novas. Mas não estar na pista ajuda a resolver problemas sem a intensidade do calendário”. O mecanismo ADUO, que oferece atualizações extras para motores com baixo desempenho, agora atrasa sua primeira avaliação para depois de Mônaco, em junho. Williams e Cadillac veem a pausa com bons olhos para o desenvolvimento, com a Williams tentando resolver o excesso de peso do FW48 e a Cadillac lidando com problemas iniciais, segundo Alex Albon, James Vowles e Valtteri Bottas.

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