Procuradores federais dos Estados Unidos acusaram um nacional venezuelano de 59 anos de lavar cerca de US$ 1 bilhão por meio de carteiras de criptomoedas e empresas de fachada. Jorge Figueira pode pegar até 20 anos de prisão pelo que as autoridades descrevem como uma das maiores operações desse tipo já processadas pelo Departamento de Justiça.
Jorge Figueira, um venezuelano de 59 anos, foi indiciado por procuradores federais dos EUA por acusações relacionadas a um esquema massivo de lavagem de dinheiro envolvendo criptomoedas. Segundo autoridades, Figueira teria lavado aproximadamente US$ 1 bilhão usando carteiras de cripto e empresas fantasmas. Este caso se destaca como uma das maiores operações de lavagem de dinheiro tratadas pelo Departamento de Justiça. As acusações destacam o escrutínio crescente sobre o papel das criptomoedas em atividades financeiras ilícitas. Os procuradores enfatizam a escala da operação, que envolveu métodos sofisticados para ocultar a origem dos fundos. Figueira enfrenta uma possível sentença de até 20 anos de prisão se for condenado. Embora detalhes do cronograma do esquema e dos métodos exatos permaneçam limitados nas divulgações públicas, o caso ressalta os esforços para combater crimes financeiros no espaço de ativos digitais. Não havia detalhes adicionais imediatos sobre o histórico de Figueira ou as fontes dos fundos nos documentos de acusação.