Brasil desmantela grupo de lavagem de dinheiro crypto de US$ 500 milhões

Autoridades brasileiras derrubaram a Operação Kryptolaundry, visando uma grande rede de lavagem de dinheiro em criptomoedas. A operação está ligada a Glaidson Acácio dos Santos e envolveu a lavagem de cerca de US$ 500 milhões.

Em uma repressão significativa ao crime financeiro, a polícia brasileira executou a Operação Kryptolaundry, desmantelando um grupo de lavagem de dinheiro em criptomoedas que lidou com aproximadamente US$ 500 milhões. A iniciativa foca em redes associadas a Glaidson Acácio dos Santos, uma figura previamente implicada em atividades semelhantes.

Esta operação destaca os esforços contínuos para combater o uso ilícito de ativos digitais no Brasil, onde as criptomoedas ganharam popularidade, mas também atraíram elementos criminosos. As autoridades visam interromper o fluxo de fundos lavados por meio de sistemas baseados em blockchain, embora detalhes específicos sobre prisões ou apreensões permaneçam limitados nos relatórios iniciais.

A medida reforça o compromisso do Brasil em regular o setor de cripto em meio a preocupações crescentes com lavagem de dinheiro ligada ao crime internacional.

Artigos relacionados

Police raid and arrests in a €600 million cryptocurrency scam bust across Europe, showing seized assets and suspects.
Imagem gerada por IA

Nove presos na Europa por golpe de cripto de €600 milhões

Reportado por IA Imagem gerada por IA

Autoridades europeias prenderam nove suspeitos em uma operação multinacional que visava uma rede de fraude de investimento em criptomoedas que roubou pelo menos €600 milhões das vítimas. A varredura de fins de outubro envolveu agências de vários países e resultou na apreensão de dinheiro, criptomoedas e itens de luxo. As vítimas foram atraídas por táticas online enganosas, mas não puderam recuperar seus fundos.

Brazilian authorities have dismantled a money-laundering operation linked to China and the powerful PCC crime syndicate, involving US$190 million in illicit funds. The scheme used a Chinese e-commerce platform to sell consumer electronics while concealing revenues and laundering drug proceeds. Prosecutors allege the network evaded taxes and funneled money through fake companies.

Reportado por IA

South Korea's customs authorities announced on Monday that they have uncovered an international crime ring accused of laundering about 150 billion won ($101.7 million) worth of cryptocurrency through an unauthorized foreign exchange scheme. Three Chinese nationals have been referred to the prosecution for violations of the foreign exchange transactions act. The suspects allegedly laundered 148.9 billion won between September 2021 and June of last year using domestic and overseas cryptocurrency accounts and South Korean bank accounts.

African nations like Kenya and Ghana have enacted new laws to regulate virtual asset service providers, addressing rising financial crime risks in the digital economy. These frameworks aim to balance innovation with safeguards against money laundering and fraud. The moves come as global cryptocurrency thefts exceed $2 billion annually.

Reportado por IA

Procuradores sul-coreanos em Gwangju recuperaram com sucesso 320 bitcoins, avaliados em 22 milhões de dólares, perdidos devido a um golpe de phishing. O incidente ocorreu durante uma auditoria quando funcionários usaram uma ferramenta fraudulenta de verificação de carteiras online. Autoridades identificaram o operador do site de phishing e bloquearam transações relacionadas.

A Polícia Federal realizou uma operação em 19 de dezembro de 2025 contra os deputados federais Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy, do PL-RJ, investigando desvio de cotas parlamentares. Agentes apreenderam R$ 430 mil em espécie em imóvel ligado a Sóstenes, líder do PL na Câmara. O ministro Flávio Dino, do STF, autorizou buscas e quebra de sigilo bancário.

Reportado por IA

O Banco Master, quando ainda chamado Máxima, efetuou remessas de US$ 531 milhões, equivalentes a R$ 2,8 bilhões, para a One World Services (OWS), empresa investigada por lavagem de dinheiro para o PCC e o Hezbollah. As transações ocorreram entre dezembro de 2018 e abril de 2021, com indícios de irregularidades na documentação. O banco firmou acordo com o Banco Central, que encerrou a apuração administrativa sem reconhecer irregularidades.

 

 

 

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar