China eyes Artemis 2 for lunar insights ahead of 2030 landing

As the US Artemis 2 crew completes its historic 10-day lunar orbit mission—the first with humans since Apollo—China is scrutinizing every detail for technical lessons to support its own astronaut lunar landing by 2030.

NASA's Artemis 2 mission, which launched on Wednesday from Kennedy Space Center in Florida aboard the Space Launch System and Orion spacecraft, marks humanity's return to lunar orbit after over 50 years.

With China advancing toward a 2030 moon landing, experts say Beijing is observing the flight intensely. Quentin Parker, a professor of astrophysics at the University of Hong Kong, described China as watching Artemis 2 “like a hawk,” noting that China and other nations will 'look attentively at everything they can glean from all the experiences of the Artemis crew and mission.'

This scrutiny occurs amid a new space race to the moon’s south pole, where China aims to match or precede NASA's 2028 landing deadline through initiatives like the International Lunar Research Station, powered by Long March rockets and Mengzhou spacecraft.

Artigos relacionados

Dramatic photorealistic image of the Artemis 2 SLS rocket launching four astronauts toward the Moon from Cape Canaveral at sunset.
Imagem gerada por IA

Missão Artemis 2 lança quatro astronautas em direção à Lua

Reportado por IA Imagem gerada por IA

Quatro astronautas estão a caminho da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos. A tripulação decolou às 18:35, horário local, de Cabo Canaveral, na Flórida, a bordo da cápsula Orion no topo do foguete Space Launch System. A missão dá continuidade à Artemis 1 e estabelece marcos para mulheres e astronautas não brancos.

Cinquenta e oito anos após a órbita lunar da Apolo 8, a NASA está pronta para lançar a Artemis II, um sobrevoo tripulado que levará astronautas mais longe da Terra do que nunca. A missão testará tecnologias chave para futuros pousos lunares e marcará um passo em direção a uma base lunar permanente. A tripulação, atualmente em quarentena, inclui o comandante Reid Wiseman, o piloto Victor Glover e os especialistas da missão Christina Koch e Jeremy Hansen.

Reportado por IA

Uma contagem regressiva de dois dias está em andamento para a missão Artemis II da Nasa, programada para levar quatro astronautas em um voo ao redor da Lua a partir do Kennedy Space Center, na Flórida. A decolagem está prevista para uma janela de duas horas que começa às 18h24 (horário de verão do leste dos EUA) na quarta-feira, com oportunidades de reserva até 6 de abril. A tripulação testará a espaçonave Orion em uma jornada de 10 dias, marcando a primeira viagem humana ao espaço profundo em mais de 50 anos.

A NASA anunciou mudanças importantes no seu programa Artemis, afastando-se de um pouso lunar na próxima missão em favor de passos de testes incrementais. Os ajustes visam aumentar a frequência de lançamentos e reduzir riscos após contratempos recentes. Autoridades esperam que isso leve a pousos na Lua até 2028.

Reportado por IA

A NASA reformulou seu programa Artemis, adiando o primeiro pouso humano na Lua até a missão Artemis IV no início de 2028. As mudanças, anunciadas pelo administrador Jared Isaacman em 27 de fevereiro de 2026, visam aumentar a frequência de lançamentos e reduzir riscos após atrasos repetidos com o foguete Space Launch System. Um voo de teste adicional, agora Artemis III, focará em rendezvous em órbita terrestre baixa com landers lunares comerciais.

Após o lançamento bem-sucedido, os astronautas da missão Artemis II da NASA a bordo da espaçonave Orion resolveram um problema em um ventilador do vaso sanitário e falhas no software Microsoft Outlook durante a fase inicial de sua missão de 10 dias em órbita lunar. A tripulação — o comandante Reid Wiseman, o piloto Victor Glover e os especialistas de missão Jeremy Hansen e Christina Koch — estabelece marcos históricos: Glover como o primeiro astronauta negro, Koch como a primeira mulher e Hansen como o primeiro canadense a se aventurar em direção à Lua.

Reportado por IA

O administrador da NASA, Jared Isaacman, anunciou a iniciativa Ignition em 24 de março, cancelando a estação orbital Lunar Gateway para focar em uma base lunar de três fases na superfície da Lua, orçada em US$ 20 bilhões. A mudança, que ecoa as propostas orçamentárias da administração Trump, apoia pousos tripulados frequentes do programa Artemis em meio à competição com a China e preparativos para a primeira missão tripulada Artemis, com janela de lançamento aberta em 1º de abril.

 

 

 

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar