Wall Street trader reacting to Morgan Stanley's downgrade of Tesla stock, with falling TSLA chart and downgrade headline on screens.
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Morgan Stanley downgrades Tesla stock to hold rating

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Morgan Stanley downgraded its rating on Tesla shares from overweight to equal weight on December 8, 2025, citing valuation concerns and softer electric vehicle demand. Analyst Andrew Percoco raised the price target to $425 from $410 but warned of a choppy trading environment ahead. The move, the first downgrade since June 2023, contributed to a sharp decline in Tesla's stock price.

Tesla's stock fell as much as 4% on Monday, December 8, 2025, following a downgrade by Morgan Stanley, a major Wall Street firm. Analyst Andrew Percoco, who recently took over coverage from Adam Jonas, shifted the rating from overweight/buy to equal weight/hold. Although Percoco increased the price target to $425 per share from $410, this still suggested about 3% downside from late Monday levels around $441.

Percoco acknowledged Tesla's leadership in electric vehicles, manufacturing, renewable energy, and real-world AI, deserving a premium valuation. However, he highlighted risks including lower volume expectations, with a 10.5% reduction in 2026 volumes and an 18.5% cut in cumulative deliveries through 2040. These adjustments reflect a more cautious outlook on U.S. EV adoption and intensifying global competition. "This is a reflection of lower volume expectations, with a 10.5% reduction in 2026 volumes and 18.5% reduction in cumulative deliveries through 2040 due to our more cautious view on the pace of EV adoption in the US coupled with growing competition in global markets," Percoco noted.

The analyst recalibrated Tesla's valuation using a sum-of-the-parts approach, assigning $55 per share to the auto business, $145 to network services including full self-driving (FSD), $125 to mobility like robotaxis, $60 to humanoid robots such as Optimus, and $40 to energy. He described FSD as the "crown jewel" of Tesla's auto business, offering a competitive advantage in autonomous driving. Yet, risks persist, including safety concerns with Tesla's camera-only FSD approach compared to competitors' use of LiDAR, and rising competition in Optimus from China.

Percoco expects volatility over the next 12 months: "While it is well understood that Tesla is more than an auto manufacturer, we expect a choppy trading environment for the TSLA shares over the next 12 months, as we see downside to estimates, while the catalysts for its non-auto businesses appear priced at current levels."

Tesla's shares have been volatile this year, down as much as 45% before rebounding 12% year-to-date, aided by CEO Elon Musk's return to full-time focus on the company. In China, Tesla's sales rose 9.9% in November amid an 8.5% market decline, providing some offset, though European sales dropped over 50% in key markets like France and Sweden.

An incident at Tesla's Miami autonomy event, where an Optimus robot appeared to mime removing a non-existent headset before falling, raised questions about tele-operation versus true AI autonomy, adding to scrutiny on Tesla's non-auto ambitions.

O que as pessoas estão dizendo

Reactions on X to Morgan Stanley's downgrade of Tesla to equal-weight are mixed, with bears viewing it as a sell signal due to high valuations, bulls calling it a buy-the-dip opportunity amid AI potential, skeptics questioning execution on non-auto ambitions, and neutrals noting the raised price target alongside choppy near-term outlook.

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A Morgan Stanley rebaixou a Tesla para peso igual a partir de sobrepeso, citando que a avaliação da ação já incorpora altas expectativas para IA e robótica em meio à adoção mais lenta de VE. A empresa cortou previsões de entregas, projetando declínio de 10,5% nos volumes de 2026. As ações caíram cerca de 3% após o anúncio em 8 de dezembro de 2025.

Após a desclassificação da Morgan Stanley da Tesla para peso igual ontem (preço-alvo de US$ 425), o novo analista Andrew Percoco —que assumiu o lugar de Adam Jonas— destaca riscos de execução na condução autónoma e robôs Optimus em meio ao abrandamento do crescimento de VE e concorrência chinesa. As ações da Tesla caíram mais de 2% na quinta-feira, à medida que crescem as preocupações com a valorização.

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À medida que 2025 se aproxima do fim, as ações da Tesla subiram 25,29% no ano apesar de quedas recentes e falhas nos lucros. Analistas oferecem previsões variadas, com casos de alta destacando o crescimento impulsionado por IA em robotáxis e robótica, enquanto ursos apontam para concorrência intensificada em VE e erosão da participação de mercado. O futuro da empresa depende da execução de planos ambiciosos em autonomia e além de veículos tradicionais.

A Tesla reportou sua primeira queda anual de receita em 2025, com entregas de veículos caindo 8,6% para 1,64 milhão de unidades. A empresa anunciou uma mudança dos carros tradicionais para inteligência artificial, robótica e veículos autônomos durante a teleconferência de resultados do quarto trimestre. O CEO Elon Musk destacou metas ambiciosas para robôs humanoides e robotaxis, mesmo com analistas de Wall Street divididos sobre a estratégia.

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As ações da Tesla subiram mais de 5% em 27 de outubro de 2025, impulsionadas pela atualização da Cantor Fitzgerald de seu preço-alvo para US$ 510 por ação. A firma de analistas citou marcos de produção iminentes para Cybercab, Semi e Optimus como fatores chave. Ganhos mais amplos no mercado e o alívio nas tensões comerciais entre EUA e China também apoiaram o rali.

As ações da Tesla subiram 3,6% para US$ 475,31 em 15 de dezembro de 2025 —próximas do recorde anterior— impulsionadas pelo otimismo com IA e robótica, recuperando da queda da semana passada em meio à queda nas vendas dos EUA em novembro e vendas de insiders. O volume de negociação atingiu 113,6 milhões de ações em meio à fraqueza do mercado mais amplo.

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Com base nos recentes quedas de vendas nos EUA e Europa e atividade de insiders (ver cobertura anterior), o UBS Group em 5 de janeiro de 2026 reafirmou sua classificação de 'venda' na Tesla (TSLA) com alvo de preço de US$ 247—implicando 45% de desvalorização de US$ 451,43. O analista Joseph Spak citou entregas perdidas no T4 (418.000 vs. 423.000 esperadas), BYD ultrapassando como principal produtor de VE e apostas de crescimento como robotaxi/Optimus já embutidas na elevada avaliação.

 

 

 

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