As ações da Tesla caíram ligeiramente para cerca de US$ 447 em 12 de dezembro de 2025, após uma queda acentuada de 23% nas vendas de novembro nos EUA em relação ao ano anterior, para 39.800 veículos — a mais baixa desde janeiro de 2022 — e a venda de ações de US$ 25,6 milhões pelo membro do conselho Kimbal Musk em 9 de dezembro. Isso se soma às pressões recentes, incluindo a rebaixamento da Morgan Stanley na semana passada, em meio a um 'inverno de VE' e visões divididas dos analistas.
Com base no recente rebaixamento da Morgan Stanley para Equal Weight (detalhado na cobertura anterior), as ações da Tesla enfrentaram mais ventos contrários em 12 de dezembro de 2025, pois novos dados de vendas destacaram as dificuldades contínuas do mercado de VE após o fim do crédito fiscal federal em 30 de setembro. As vendas de novembro nos EUA caíram 23% em relação ao ano anterior para 39.800 veículos, segundo a Cox Automotive, o mais fraco desde janeiro de 2022. A Tesla respondeu com cortes de preços e promoções como financiamento a 0% nas variantes Model Y e Model 3 Standard.
A Europa registrou uma queda ainda mais acentuada de 48,5% nas vendas em outubro, com participação de mercado de 0,6% enquanto a BYD vendeu mais de 17.400 unidades. A Visible Alpha projeta uma queda de 7% nas entregas globais em 2025.
Kimbal Musk, membro do conselho da Tesla e irmão de Elon Musk, vendeu 56.820 ações em 9 de dezembro a uma média de US$ 450,66 (US$ 25,6 milhões) e doou 15.242 ações (US$ 6,8 milhões), conforme arquivamento na SEC, retendo 1,376 milhão de ações.
O consenso dos analistas permanece em Manter (preço-alvo médio de US$ 399), com ursos como Michael Burry criticando a supervalorização devido à diluição de ações. Pontos positivos incluem o plano de Elon Musk de remover monitores de segurança de robotaxi em Austin em poucas semanas e um novo modelo FSD no início de 2026, além de crescimento de 180% no armazenamento de energia em três anos e potencial de robotaxi/Optimus.