Especialistas em fitness avaliam placas de vibração para treinos de ano novo

Placas de vibração, populares máquinas de exercício que proporcionam tremores rápidos em todo o corpo, prometem aumentar a força muscular e auxiliar na perda de peso. No entanto, especialistas enfatizam que funcionam melhor como suplementos às rotinas de fitness tradicionais, em vez de soluções autônomas. Embora ofereçam benefícios como melhor circulação e densidade óssea, apresentam riscos para certos usuários e exigem uso cauteloso.

As placas de vibração são máquinas que vibram rapidamente quando se pisa nelas, forçando os músculos a contraírem e relaxarem várias vezes por segundo. Isso imita contrações de exercício em frequência mais alta, como explica Leah Verebes, fisioterapeuta na Touro University: «O propósito das placas de vibração é gerar vibrações rápidas que fazem os músculos do corpo contraírem e relaxarem várias vezes por segundo». Laura Wilson, treinadora pessoal e diretora na Power Plate, acrescenta que elas estimulam a ativação muscular subconsciente além do que uma superfície estável oferece, com vibrações ocorrendo 25 a 50 vezes por segundo em direções como para cima e para baixo ou de lado a lado.

Especialistas destacam vários benefícios potenciais quando integradas a um plano de bem-estar mais amplo. Verebes lista melhora no tônus e força muscular, melhor circulação, maior densidade óssea, flexibilidade e equilíbrio aprimorados, drenagem linfática e possível perda de peso junto com dieta e exercício. Pesquisas apoiam isso: um estudo de 2021 descobriu que o treinamento de vibração de corpo inteiro poderia aprimorar a força muscular em idosos como alternativa a exercícios de fortalecimento padrão, enquanto um estudo de 2007 sugeriu que poderia prevenir sarcopenia em homens acima de 60 anos. Evidências adicionais apontam para reduções na inflamação e dor lombar crônica baixa.

No entanto, Michael Betts, treinador pessoal na TrainFitness, alerta: «Placas de vibração não são uma bala de prata ou substituto para o exercício tradicional». Os benefícios permanecem modestos sem combiná-las com treinamento aeróbico e de força.

Riscos incluem tontura temporária, estresse nas articulações se mal utilizadas e agravamento de condições existentes. Verebes desaconselha o uso por aqueles com distúrbios cardíacos ou circulatórios, grávidas, pacientes de cirurgia recente, sofredores de osteoporose grave ou com hérnias de disco, problemas articulares, inflamação aguda, problemas no ouvido interno ou anormalidades de equilíbrio. Um estudo de 2015 ligou exposição ocupacional a vibrações a riscos mais altos de dor lombar baixa e ciática, embora sua relevância para uso recreativo seja incerta. Recomenda-se consulta médica.

Para iniciantes, comece com 5 a 10 minutos em baixa intensidade, duas a três sessões semanais, progredindo para 15-20 minutos três a quatro vezes por semana, nunca excedendo 30 minutos. Deixe 24 horas entre sessões para recuperação. Exercícios eficazes incluem flexões, pranchas altas e dips de tríceps na placa, que ativam mais fibras musculares do que no chão, segundo Wilson. Ficar parado ajuda a circulação, mas movimentos dinâmicos geram maiores ganhos de força e equilíbrio.

Em resumo, placas de vibração podem complementar metas de fitness para 2026, mas demandam moderação e liberação médica para segurança.

Artigos relacionados

Researcher applying tendon vibration devices to a cyclist's Achilles and patellar tendons in a university lab, with cycling performance data displayed, illustrating reduced perceived effort despite higher power.
Imagem gerada por IA

Vibração de tendões antes do ciclismo ligada a menor esforço percebido apesar de maior potência de saída

Reportado por IA Imagem gerada por IA Verificado

Vibrar os tendões de Aquiles e patelares (joelho) por 10 minutos antes de uma tarefa curta de ciclismo ajudou voluntários a gerar mais potência e atingir taxas cardíacas mais altas sem relatar maior esforço, de acordo com um estudo liderado pela Université de Montréal que examinou como o cérebro interpreta o esforço.

Cientistas da Universidade de Hong Kong descobriram uma proteína que atua como sensor de exercício nos ossos, explicando como o movimento previne a perda óssea relacionada à idade. Essa descoberta pode levar a medicamentos que mimetizam os benefícios do exercício para aqueles incapazes de se manter ativos. Os achados destacam potenciais novos tratamentos para a osteoporose, que afeta milhões em todo o mundo.

Reportado por IA

Uma nova análise sugere que variar rotinas de exercícios, como misturar corrida, ciclismo e natação, pode reduzir o risco de mortalidade em 19 por cento em comparação com treinos menos diversificados, mesmo quando os níveis totais de atividade são semelhantes. Pesquisadores examinaram dados de mais de 110.000 participantes dos EUA acompanhados por mais de três décadas. Os achados destacam benefícios potenciais da variedade de exercícios, embora permaneçam sugestivos em vez de conclusivos.

A CNET atualizou suas recomendações para os melhores aplicativos de assinatura de treinos para ajudar os usuários a manterem a forma em casa. A lista destaca opções adaptadas a vários objetivos de fitness, de ioga a treinamento de força, com preços a partir de cerca de US$ 10 por mês. Esses apps oferecem flexibilidade para iniciantes e usuários avançados, frequentemente incluindo testes gratuitos.

Reportado por IA

Uma nova revisão da Cochrane Library de dezenas de ensaios confirma que o exercício regular pode aliviar sintomas de depressão tão eficazmente quanto antidepressivos ou terapia cognitivo-comportamental. Mesmo atividades leves como caminhar podem proporcionar benefícios significativos. Pesquisadores analisaram quase 5000 adultos com depressão, encontrando reduções moderadas nos sintomas em vários tipos de exercício.

In the latest episode of the spiegel podcast 'smarter leben', sports scientist ingo froböse explains how trained muscles not only look vital but also unleash healing powers. He highlights the role of myokines, messenger substances from active muscles, that strengthen the body in various ways. The episode is one of the most listened to of the year.

Reportado por IA Verificado

Nova pesquisa indica que, embora a meditação seja amplamente promovida para a saúde mental, uma parcela substancial de praticantes relata experiências desagradáveis, com cerca de um terço achando-as angustiantes. O psicólogo Nicholas Van Dam e colegas dizem que os achados destacam a necessidade de consentimento informado mais claro em programas de mindfulness.

 

 

 

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar