Quatro maneiras fáceis de consumir mais fibras

A maioria dos adultos nos Estados Unidos não atinge a ingestão recomendada de fibras, o que pode aumentar riscos de doenças crônicas. Um movimento nas redes sociais, chamado 'fibermaxxing', incentiva o aumento desse nutriente. Especialistas sugerem estratégias simples para incorporar mais fibras na dieta diária por meio de alimentos integrais.

Muitos americanos consomem menos de 25 gramas de fibras por dia para mulheres e 38 gramas para homens, conforme as recomendações. Essa deficiência, segundo Alison Brown, pesquisadora de nutrição do Instituto Nacional de Saúde dos EUA, priva as pessoas de benefícios como redução de riscos de problemas cardiovasculares, diabetes tipo 2 e certos cânceres, além de apoiar a microbiota intestinal e o sistema digestivo.

Alimentos como fast-food e ultraprocessados são geralmente pobres em fibras, explica Brown. Em vez de suplementos, nutricionistas enfatizam fontes naturais: frutas, vegetais, grãos integrais, leguminosas, castanhas e sementes.

Quatro abordagens práticas incluem:

  1. Fazer trocas pequenas: Substitua pão branco por integral, arroz branco por integral ou adicione vegetais como tomates e cenouras a molhos, sugere Joanne Slavin, da Universidade de Minnesota. Jessica Higgins, do NYC Health + Hospitals/Woodhull, recomenda abacate amassado no lugar de maionese em sanduíches.

  2. Optar por lanches inteligentes: Pipoca (três xícaras fornecem quase quatro gramas de fibras), mix de castanhas sem açúcares extras e pastas como guacamole (meia xícara de abacate tem cerca de oito gramas) ou homus de leguminosas, que também ajudam no colesterol e intestino.

  3. Preparar smoothies: Diferente de sucos, que removem fibras, liquidificadores preservam casca e sementes. Um smoothie com uma xícara de framboesas, espinafre, um quarto de abacate e duas colheres de pasta de amêndoa rende cerca de 14 gramas; adicione sementes de chia (uma colher de sopa tem cinco gramas).

  4. Usar produtos enlatados e congelados: Eles mantêm o mesmo teor de fibras que frescos, são mais baratos e duráveis. Verifique ingredientes para evitar açúcares ou sódio excessivos; enxágue enlatados como feijão e ervilha, aconselha Slavin.

Essas dicas facilitam o alcance das metas diárias sem grandes mudanças.

Artigos relacionados

Split-image illustration contrasting healthy (whole grains, plants, unsaturated fats) vs. unhealthy (refined carbs, animal fats) low-carb and low-fat diets, highlighting heart disease risk reduction from food quality per recent study.
Imagem gerada por IA

Estudo liga benefícios cardíacos de dietas low-carb e low-fat à qualidade dos alimentos, não a cortes de macronutrientes

Reportado por IA Imagem gerada por IA Verificado

Uma análise de longa duração de quase 200.000 profissionais de saúde dos EUA descobriu que tanto padrões alimentares low-carb quanto low-fat foram associados a menor risco de doença coronária quando enfatizavam alimentos de alta qualidade, como grãos integrais, fontes de base vegetal e gorduras insaturadas. Versões dessas dietas construídas em torno de carboidratos refinados e gorduras e proteínas de base animal foram associadas a maior risco, de acordo com um estudo publicado no Journal of the American College of Cardiology (JACC).

Uma tendência alimentar conhecida como fibermaxxing incentiva as pessoas a atingir ou exceder a ingestão diária recomendada de fibras para apoiar a saúde geral. Pesquisadores associam o consumo adequado de fibras a uma melhor digestão, riscos reduzidos de condições crônicas e microbiota intestinal aprimorada. Jennifer Lee, da Tufts University, explica os benefícios e diretrizes para incorporar mais fibras na dieta.

Reportado por IA

Um estudo abrangente com mais de 3.500 adultos descobriu que consumir mais fibras alimentares está associado a um maior tempo em sono profundo. Participantes que comeram quantidades acima da média de fibras passaram mais tempo em estágios de sono restaurador e tiveram taxas cardíacas mais baixas à noite. Maior variedade em alimentos de base vegetal também ajudou alguns a adormecerem mais rápido.

Uma nova pesquisa associa o estresse crônico combinado com o hábito de comer tarde da noite a maiores riscos de constipação, diarreia e redução da diversidade do microbioma intestinal. Os cientistas analisaram dados de mais de 11.000 participantes em uma pesquisa nacional. As descobertas serão apresentadas na Digestive Disease Week, no dia 4 de maio.

Reportado por IA

Adultos com 65 anos ou mais que consomem ovos regularmente apresentam uma chance reduzida de desenvolver a doença de Alzheimer, de acordo com uma nova pesquisa da Loma Linda University Health. O estudo constatou que comer pelo menos cinco ovos por semana foi associado a um risco até 27% menor. Mesmo uma ingestão moderada mostrou benefícios mensuráveis.

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar