George Russell levou a Mercedes a um dominante 1-2 ao lado do novato companheiro de equipe Kimi Antonelli no GP da Austrália de 2026, abertura da temporada da Fórmula 1, realizado em 8 de março em Albert Park, inaugurando a era das novas regulamentações com unidades de potência híbridas 50/50, aerodinâmica ativa e combustíveis sustentáveis. Charles Leclerc, da Ferrari, manteve o terceiro lugar à frente de Lewis Hamilton por um segundo, enquanto Lando Norris, da McLaren, terminou em quinto após Oscar Piastri sofrer um acidente antes da largada.
O GP da Austrália de 2026 trouxe drama sob as regras técnicas reformuladas da F1, com batalhas intensas no início, apostas estratégicas e testes de confiabilidade em meio às exigências de gerenciamento de energia. nnNa qualificação, Russell conquistou a pole por 0,293 segundos sobre Antonelli, com Isack Hadjar, da Red Bull, em terceiro e Charles Leclerc, da Ferrari, em quarto. Hamilton teve dificuldades e ficou em sétimo, Verstappen rodou na Q1 e largou de 20.º, Lance Stroll, da Aston Martin, perdeu a sessão por problema no motor e largou de 22.º, e os estreantes da Cadillac, Valtteri Bottas e Sergio Perez, ficaram em 19.º e 18.º devido a problemas de downforce. nnLeclerc assumiu a liderança na largada, à frente de Russell, com Antonelli caindo para sétimo. A dupla trocou posições em meio a sete mudanças de liderança nas primeiras 10 voltas, pois ultrapassar exigia gerenciamento de bateria para se defender. Antonelli se recuperou fortemente, enquanto um Virtual Safety Car na volta 11, causado pela falha no motor de Hadjar, permitiu à Mercedes fazer uma parada decisiva em ambos os carros. A Ferrari demorou mais para parar com Hamilton, mas ele não conseguiu se aproximar de Leclerc. nnRussell venceu por 0,785 segundos sobre Antonelli, com Leclerc em terceiro e Hamilton em quarto. Norris segurou o quinto após duelo final com Verstappen, que se recuperou para sexto. Ollie Bearman, da Haas, e o estreante Arvid Lindblad, da Racing Bulls, impressionaram em sétimo e oitavo. O McLaren de Piastri sofreu uma falha de torque/unidade de potência na Curva 4 na volta de formação, Bottas abandonou com problema de combustível, Hadjar parou cedo e Fernando Alonso e Stroll, da Aston Martin, enfrentaram problemas, com Stroll último. nnA vantagem da Mercedes na implantação de energia deixou perplexos clientes como a McLaren. Fred Vasseur, da Ferrari, elogiou Hamilton: «Estou muito satisfeito... bom ter dois carros lutando no topo.» Hamilton, após um 2025 difícil, acrescentou: «Eu poderia ter continuado... foi uma corrida realmente divertida.» Leclerc lamentou a estratégia: a Ferrari deveria ter parado para pressionar a Mercedes. Norris chamou de «caos» com riscos de segurança das táticas de energia, Verstappen considerou «super frustrante» e Russell apontou subviragem da asa dianteira ativa como preocupação. nnAnalistas saudaram o espetáculo como um «suspiro de alívio», mas alertaram que a otimização pode reduzir as ultrapassagens. Bottas destacou os déficits de curvas da Cadillac. À medida que a F1 segue para o primeiro fim de semana de sprint na China, as equipes enfrentam uma curva de aprendizado íngreme.