Venezuela denuncia ataques dos EUA enquanto líderes regionais pedem moderação; mercados cripto estáveis

Após ataques militares dos EUA em Caracas em 3 de janeiro de 2026, que resultaram na captura do presidente Nicolás Maduro e sua esposa —detalhados em coberturas anteriores—, o governo da Venezuela condenou a ação como um assalto a civis e recursos petrolíferos. Líderes regionais pediram moderação, enquanto os mercados de criptomoedas permaneceram amplamente inalterados.

A operação dos EUA, que visou locais perto da base militar Fuerte Tiuna, causou explosões, quedas de energia e sobrevoos de aeronaves em Caracas e áreas circundantes. A Venezuela declarou emergência nacional, com o ministro da Defesa Vladimir Padrino López afirmando em um vídeo nas redes sociais que as forças dos EUA haviam 'profanado nossa terra ao atacar áreas civis com mísseis e foguetes disparados de seus helicópteros de combate'.

As respostas regionais incluíram apelos por intervenção internacional do presidente da Colômbia, Gustavo Petro, e do presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel. Não foram confirmadas cifras de vítimas inicialmente.

Os ataques escalam tensões de longa data entre EUA e Venezuela sobre acusações de tráfico de drogas, sanções e bloqueios de petróleo. O presidente Trump, que anunciou as capturas e agendou uma coletiva de imprensa em Mar-a-Lago, enquadrou a ação como avanço dos interesses dos EUA.

Financeiramente, as criptomoedas mostraram estabilidade: Bitcoin se manteve perto de US$ 89.772 após uma breve queda, Ethereum se recuperou para US$ 3.100 e XRP subiu acima de US$ 2, segundo CoinGecko. Mercados de previsão como Polymarket refletiram incerteza sobre mudanças na liderança venezuelana.

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